A VW continua a preparar a sua presença no Lisboa-Dakar 2007. desta feita, os trabalhos desenrolaram-se na Tunísia
Durante sete dias, a Volkswagen cumpriu um programa de testes na Tunísia, em redor de Ksar Ghilane com três Race Touareg 2 que foram entregues a cinco pilotos diferentes: Giniel de Villiers, o sul africano que se afirmou como a grande revelação da última edição da maratona africana, o alemão Matthias Kahle, o americano Mark Miller, o francês Thierry Magnaldi, e o veterano finlandês Ari Vatanen.
A marca alemã testou alterações ao nível do motor 2.5 TDI de 275 cv, da transmissão e do chassis. “Cada um dos veículos tinha um programa de testes diferente”, admitiu Kris Nissen, o director desportivo da equipa. “Testámos novas soluções em percursos fora de pista, alguns dos quais com muita ‘erva de camelo’, nas dunas e em percursos cobertos de pedra. A temperatura chegou a atingir os 50 graus, o que nos ajudou a avaliar a fiabilidade dos Race Touareg 2 que no Dakar não sofrem temperaturas tão altas”, acrescentou o alemão que ao longo dos testes, avaliou o desempenho dos seus pilotos que poderá vir a utilizar.
Kris Nissen não fez grandes comentários sobre os pilotos, apesar de destacar o empenho de Magnaldi e a experiência de Vatanen, “que foi muito prometedora”. Contudo, nada indica que Matthias Kahle ou Mark Miller, sejam cartas fora do baralho...
fonte: automotor
20 julho 2006
14 junho 2006
Inscrições para as motos já fecharam
As inscrições para a categoria de motos do Lisboa-DaKar 2007 já estão fechadas, sete dias depois de abrirem, anunciou hoje a ASO, sociedade organizadora da mais importante prova mundial de todo-o-terreno.
"À data de 08 de Junho, apenas sete dias depois da abertura das inscrições, 330 processos completos foram recebidos. Contudo, o limite fixado de 240 motards à partida de Lisboa no dia 06 de Janeiro mantém-se", indicou a organização em comunicado.
A edição de 2007 começará a 06 de Janeiro em Lisboa e termina no dia 21, em Dacar, passando por seis países (Portugal, Espanha, Marrocos, Mauritânia, Mali e Senegal).
Esta será a segunda vez que o mítico rali terá inicio na capital portuguesa, depois da edição anterior
fonte: infodesporto.pt
"À data de 08 de Junho, apenas sete dias depois da abertura das inscrições, 330 processos completos foram recebidos. Contudo, o limite fixado de 240 motards à partida de Lisboa no dia 06 de Janeiro mantém-se", indicou a organização em comunicado.
A edição de 2007 começará a 06 de Janeiro em Lisboa e termina no dia 21, em Dacar, passando por seis países (Portugal, Espanha, Marrocos, Mauritânia, Mali e Senegal).
Esta será a segunda vez que o mítico rali terá inicio na capital portuguesa, depois da edição anterior
fonte: infodesporto.pt
07 junho 2006
Rali de Marrocos (III)
Morte de Henri Magne ensombra final do Rali de Marrocos
Carlos Sousa venceu última etapa e Peterhansel abdicou da vitória
O luto marcou ontem a última etapa do Rali de Marrocos, após a morte do francês Henri Magne, de 53 anos, co-piloto de Joan Roma. A perda de controlo do Mitsubishi do piloto espanhol no primeiro troço da etapa, que resultou no embate num muro de betão, acabou por ser fatal a um dos mais experientes navegadores da actualidade, que fez equipa, entre outros, com o português Carlos Sousa.
Para segundo plano ficou, assim, a vertente desportiva da prova, onde a vitória final sorriu ao sul-africano Giniel de Villiers (Volkswagen), com Carlos Sousa (Volkswagen) a triunfar na derradeira etapa, subindo ao terceiro lugar da geral. Mas tal só aconteceu depois de Stephane Peterhansel e toda a equipa da Mitsubishi terem abdicado - o francês foi o mais rápido na etapa de ontem e alcançou mesmo a vitória no rali marroquino, ultrapassando Villiers -, em luto pela morte do seu companheiro de equipa.
Nascido em 1953, em Brives, Henri Magne construiu um respeitável currículo ao longo dos 25 anos em que foi co-piloto profissional nas provas de todo-o-terreno. Nos 87 ralis em que participou - entre os quais 25 edições do Dakar, terminando em terceiro a edição deste ano - totalizou 27 vitórias e 72 presenças no pódio.
Vencedor por quatro vezes consecutivas - entre 1999 e 2002 - do Rali de Marrocos e por duas vezes do Dakar (com o japonês Shinozuka, em 1997, e com o francês Jean-Louis Schlesser, em 2000), Magne trabalhou com os principais pilotos do todo-o-terreno, entre os quais Pierre Lartigue, Luc Alphand, Bruno Saby, Jean-Pierre Fontenay e Masuoka. E fez parceria com Carlos Sousa, em 2003, quando o português venceu a Taça do Mundo - um título que o francês já conquistara em 1998, 2000, 2001 e 2002 - ao volante de um Mitsubishi Strakar.
À partida para a sexta etapa, Magne ocupava com Roma a quarta posição da classificação geral, a 17m33s do líder Giniel de Villiers. Face a esta sequência trágica de acontecimentos, Carlos Sousa, que ocupava a sétima posição da geral, acabou por galgar na classificação, encerrando a sua participação com a vitória na última etapa e o terceiro posto na prova, a 41m09s do vencedor. Na segunda posição acabou por ficar Jean Louis Schlesser (Schlesser), a 19m04s de Villiers.
Entre os portugueses que terminaram o rali, Pedro Grancha (Mitsubishi) terminou a etapa em 26.º lugar, fechando com o 16.º posto da geral, enquanto, nas motos, Hélder Rodrigues (Yamaha) foi ontem o 10.º mais rápido, alcançando o 9.º lugar, a 2h02m39s, do vencedor, o espanhol Marc Coma (KTM).
Classificação
Autos 1º G. Villiers, 15h02m31s; 2º JL Schlesser, a 19m04s; 3º C. Sousa, a 41m09s
Carlos Sousa venceu última etapa e Peterhansel abdicou da vitória
O luto marcou ontem a última etapa do Rali de Marrocos, após a morte do francês Henri Magne, de 53 anos, co-piloto de Joan Roma. A perda de controlo do Mitsubishi do piloto espanhol no primeiro troço da etapa, que resultou no embate num muro de betão, acabou por ser fatal a um dos mais experientes navegadores da actualidade, que fez equipa, entre outros, com o português Carlos Sousa.
Para segundo plano ficou, assim, a vertente desportiva da prova, onde a vitória final sorriu ao sul-africano Giniel de Villiers (Volkswagen), com Carlos Sousa (Volkswagen) a triunfar na derradeira etapa, subindo ao terceiro lugar da geral. Mas tal só aconteceu depois de Stephane Peterhansel e toda a equipa da Mitsubishi terem abdicado - o francês foi o mais rápido na etapa de ontem e alcançou mesmo a vitória no rali marroquino, ultrapassando Villiers -, em luto pela morte do seu companheiro de equipa.
Nascido em 1953, em Brives, Henri Magne construiu um respeitável currículo ao longo dos 25 anos em que foi co-piloto profissional nas provas de todo-o-terreno. Nos 87 ralis em que participou - entre os quais 25 edições do Dakar, terminando em terceiro a edição deste ano - totalizou 27 vitórias e 72 presenças no pódio.
Vencedor por quatro vezes consecutivas - entre 1999 e 2002 - do Rali de Marrocos e por duas vezes do Dakar (com o japonês Shinozuka, em 1997, e com o francês Jean-Louis Schlesser, em 2000), Magne trabalhou com os principais pilotos do todo-o-terreno, entre os quais Pierre Lartigue, Luc Alphand, Bruno Saby, Jean-Pierre Fontenay e Masuoka. E fez parceria com Carlos Sousa, em 2003, quando o português venceu a Taça do Mundo - um título que o francês já conquistara em 1998, 2000, 2001 e 2002 - ao volante de um Mitsubishi Strakar.
À partida para a sexta etapa, Magne ocupava com Roma a quarta posição da classificação geral, a 17m33s do líder Giniel de Villiers. Face a esta sequência trágica de acontecimentos, Carlos Sousa, que ocupava a sétima posição da geral, acabou por galgar na classificação, encerrando a sua participação com a vitória na última etapa e o terceiro posto na prova, a 41m09s do vencedor. Na segunda posição acabou por ficar Jean Louis Schlesser (Schlesser), a 19m04s de Villiers.
Entre os portugueses que terminaram o rali, Pedro Grancha (Mitsubishi) terminou a etapa em 26.º lugar, fechando com o 16.º posto da geral, enquanto, nas motos, Hélder Rodrigues (Yamaha) foi ontem o 10.º mais rápido, alcançando o 9.º lugar, a 2h02m39s, do vencedor, o espanhol Marc Coma (KTM).
Classificação
Autos 1º G. Villiers, 15h02m31s; 2º JL Schlesser, a 19m04s; 3º C. Sousa, a 41m09s
01 junho 2006
Rali de Marrocos (II)
Sousa mantém sétimo lugar após segunda etapa
O piloto português de todo-o-terreno Carlos Sousa voltou hoje a ser sétimo na segunda etapa do Rali de Marrocos e manteve o mesmo lugar na classificação geral, ao volante de um Volkswagen Touareg do Team Lagos.
Após uma tirada de 475 quilómetros, que ligou Erfoud a Ain Benin Athar, Carlos Sousa manteve o lugar da véspera, depois de um sexto posto no primeiro sector e de um oitavo no segundo, com uma desvantagem de 17.09 minutos sobre o líder, o sul-africano Giniel de Villers.
Nas motos, Hélder Rodrigues, em Yamaha, foi quinto na tirada e subiu um posto na classificação geral, ocupando agora a nona posição.
De Villiers, piloto oficial da Volkswagen, e líder da geral, foi o mais rápido do dia, tendo gasto 2:33.58 horas a completar a tirada, na qual foi segundo no primeiro sector e venceu o segundo.
O sul-africano, segundo classificado no Lisboa-Dacar2006, voltou a demonstrar o poderio do Volkswagen Touareg e deixou o francês Stéphane Peterhansel, da Mitsubishi, na segunda posição, a 2.44 minutos, enquanto o colega de equipa espanhol Carlos Sainz, que venceu o primeiro sector, terminou a etapa no terceiro posto, a 8.22, devido ao oitavo lugar feito no segundo troço.
O segundo melhor português na tirada de hoje foi Francisco Inocêncio, ao volante de um Mitsubishi Pajero, com um 12º posto, a 38.37 minutos do vencedor, depois de um 17º e um nono lugares nos dois sectores do dia.
Elisabete Jacinto levou o Bowler Wildcat ao 21º posto da tirada, a 1:06,44 horas do vencedor, enquanto Pedro Grancha, que conduz um Mitsubishi Pajero, foi 24ª, a 1:10.40 horas.
Madalena Antas, que na véspera foi penalizada em 109 horas, terminando a etapa inaugural no 35º posto, abandonou antes do arranque para a tirada de hoje.
Disputadas duas das seis etapas que compõem o rali, De Villier lidera a geral com 7.02 minutos de vantagem sobre Peterhansel, segundo, e 8.54 sobre Sainz, terceiro.
Sousa é sétimo, a 24.58 minutos do líder, Inocêncio 12º, a 1:13.15 horas, Grancha 16º, a 1:46.29, e Jacinto 23ª, a 2:08.13.
O "motard" Hélder Rodrigues fez hoje uma boa etapa, ao fazer um 10º e um sexto lugar nos dois sectores cronometrados, que lhe valeram a quinta posição, a 28.34 minutos do vencedor da etapa, o francês Cyril Després (KTM).
Na segunda posição, a 3.52 minutos, ficou o espanhol Marc Coma (KTM), e do compatriota David Casteu (KTM), a 3.59.
Coma lidera a geral, com 4.01 minutos de vantagem sobre Després, que é segundo, e 4.02 sobre Casteu (KTM), terceiro, enquanto Rodrigues é nono, a 50.59 minutos do comandante.
Sexta-feira disputa-se a terceira etapa, que ligará Ain Benin Athar a Erfoud, na distância total de 479 quilómetros, 302 dos quais contra o relógio.
Classificações da segunda etapa:
- Automóveis:
1. Giniel de Villiers, Bel (Volkswagen) 2:33.58 horas
2. Stephane Peterhansel, Fra (Mitsubishi) a 2.44 minutos
3. Carlos Sainz, Esp (Volkswagen) a 8.22
4. Joan Roma, Esp (Mitsubishi) a 8.24
5. Jean-Louis Schlesser, Fra (Buggy) a 10.59
6. Hiroshi Masuoka, Jap (Mitsubishi) a 12.32
7. Carlos Sousa, Por (Volkswagen) a 17.09
(...)
12. Francisco Inocêncio, Por (Mitsubishi) a 38.37
21. Elisabete Jacinto, Por (Bowler) a 1:06.44 horas
24. Pedro Grancha, Por (Mitsubishi) a 1:10.40
Classificação geral:
1. Giniel de Villiers, Bel (Volkswagen) 4:46.39 horas
2. Stephane Peterhansel, Fra (Mitsubishi) a 7.02 minutos
3. Carlos Sainz, Esp (Volkswagen) a 8.54
4. Jean-Louis Schlesser, Fra (Buggy) a 12.49
5. Joan Roma, Esp (Mitsubishi) a 15.16
6. Hiroshi Masuoka, Jap (Mitsubishi) a 16.30
7. Carlos Sousa, Por (Volkswagen) a 24.58
(...)
12. Francisco Inocêncio, Por (Mitsubishi) a 1:13.15 horas
16. Pedro Grancha, Por (Mitsubishi) a 1:46.29
23. Elisabete Jacinto, Por (Bowler) a 2:08.13
- Motos:
Classificação da segunda etapa:
1. Ciril Despres, Fra (KTM) 2:56.56 horas
2. Marc Coma, Esp (KTM) a 3.52 minutos
3. David Casteu, Fra (KTM) a 3.59
4. Isidre Esteve Pujol, Esp (KTM) a 21.36
5. Hélder Rodrigues, Por (Yamaha) a 28.34
Classificação geral:
1. Marc Coma, Esp (KTM) 5:27.56 horas
2. Ciril Despres, Fra (KTM) a 4.01 minutos
3. David Casteu, Fra (KTM) a 4.02
4. Francisco Lopez, (Honda) a 44.15
5. Pal Anders Ullevalseter, Nor (KTM) a 46.12
(...)
9. Hélder Rodrigues, Por (Yamaha) a 50.59
fonte: infodesporto
O piloto português de todo-o-terreno Carlos Sousa voltou hoje a ser sétimo na segunda etapa do Rali de Marrocos e manteve o mesmo lugar na classificação geral, ao volante de um Volkswagen Touareg do Team Lagos.
Após uma tirada de 475 quilómetros, que ligou Erfoud a Ain Benin Athar, Carlos Sousa manteve o lugar da véspera, depois de um sexto posto no primeiro sector e de um oitavo no segundo, com uma desvantagem de 17.09 minutos sobre o líder, o sul-africano Giniel de Villers.
Nas motos, Hélder Rodrigues, em Yamaha, foi quinto na tirada e subiu um posto na classificação geral, ocupando agora a nona posição.
De Villiers, piloto oficial da Volkswagen, e líder da geral, foi o mais rápido do dia, tendo gasto 2:33.58 horas a completar a tirada, na qual foi segundo no primeiro sector e venceu o segundo.
O sul-africano, segundo classificado no Lisboa-Dacar2006, voltou a demonstrar o poderio do Volkswagen Touareg e deixou o francês Stéphane Peterhansel, da Mitsubishi, na segunda posição, a 2.44 minutos, enquanto o colega de equipa espanhol Carlos Sainz, que venceu o primeiro sector, terminou a etapa no terceiro posto, a 8.22, devido ao oitavo lugar feito no segundo troço.
O segundo melhor português na tirada de hoje foi Francisco Inocêncio, ao volante de um Mitsubishi Pajero, com um 12º posto, a 38.37 minutos do vencedor, depois de um 17º e um nono lugares nos dois sectores do dia.
Elisabete Jacinto levou o Bowler Wildcat ao 21º posto da tirada, a 1:06,44 horas do vencedor, enquanto Pedro Grancha, que conduz um Mitsubishi Pajero, foi 24ª, a 1:10.40 horas.
Madalena Antas, que na véspera foi penalizada em 109 horas, terminando a etapa inaugural no 35º posto, abandonou antes do arranque para a tirada de hoje.
Disputadas duas das seis etapas que compõem o rali, De Villier lidera a geral com 7.02 minutos de vantagem sobre Peterhansel, segundo, e 8.54 sobre Sainz, terceiro.
Sousa é sétimo, a 24.58 minutos do líder, Inocêncio 12º, a 1:13.15 horas, Grancha 16º, a 1:46.29, e Jacinto 23ª, a 2:08.13.
O "motard" Hélder Rodrigues fez hoje uma boa etapa, ao fazer um 10º e um sexto lugar nos dois sectores cronometrados, que lhe valeram a quinta posição, a 28.34 minutos do vencedor da etapa, o francês Cyril Després (KTM).
Na segunda posição, a 3.52 minutos, ficou o espanhol Marc Coma (KTM), e do compatriota David Casteu (KTM), a 3.59.
Coma lidera a geral, com 4.01 minutos de vantagem sobre Després, que é segundo, e 4.02 sobre Casteu (KTM), terceiro, enquanto Rodrigues é nono, a 50.59 minutos do comandante.
Sexta-feira disputa-se a terceira etapa, que ligará Ain Benin Athar a Erfoud, na distância total de 479 quilómetros, 302 dos quais contra o relógio.
Classificações da segunda etapa:
- Automóveis:
1. Giniel de Villiers, Bel (Volkswagen) 2:33.58 horas
2. Stephane Peterhansel, Fra (Mitsubishi) a 2.44 minutos
3. Carlos Sainz, Esp (Volkswagen) a 8.22
4. Joan Roma, Esp (Mitsubishi) a 8.24
5. Jean-Louis Schlesser, Fra (Buggy) a 10.59
6. Hiroshi Masuoka, Jap (Mitsubishi) a 12.32
7. Carlos Sousa, Por (Volkswagen) a 17.09
(...)
12. Francisco Inocêncio, Por (Mitsubishi) a 38.37
21. Elisabete Jacinto, Por (Bowler) a 1:06.44 horas
24. Pedro Grancha, Por (Mitsubishi) a 1:10.40
Classificação geral:
1. Giniel de Villiers, Bel (Volkswagen) 4:46.39 horas
2. Stephane Peterhansel, Fra (Mitsubishi) a 7.02 minutos
3. Carlos Sainz, Esp (Volkswagen) a 8.54
4. Jean-Louis Schlesser, Fra (Buggy) a 12.49
5. Joan Roma, Esp (Mitsubishi) a 15.16
6. Hiroshi Masuoka, Jap (Mitsubishi) a 16.30
7. Carlos Sousa, Por (Volkswagen) a 24.58
(...)
12. Francisco Inocêncio, Por (Mitsubishi) a 1:13.15 horas
16. Pedro Grancha, Por (Mitsubishi) a 1:46.29
23. Elisabete Jacinto, Por (Bowler) a 2:08.13
- Motos:
Classificação da segunda etapa:
1. Ciril Despres, Fra (KTM) 2:56.56 horas
2. Marc Coma, Esp (KTM) a 3.52 minutos
3. David Casteu, Fra (KTM) a 3.59
4. Isidre Esteve Pujol, Esp (KTM) a 21.36
5. Hélder Rodrigues, Por (Yamaha) a 28.34
Classificação geral:
1. Marc Coma, Esp (KTM) 5:27.56 horas
2. Ciril Despres, Fra (KTM) a 4.01 minutos
3. David Casteu, Fra (KTM) a 4.02
4. Francisco Lopez, (Honda) a 44.15
5. Pal Anders Ullevalseter, Nor (KTM) a 46.12
(...)
9. Hélder Rodrigues, Por (Yamaha) a 50.59
fonte: infodesporto
31 maio 2006
Rali de Marrocos (I)
Carlos Sousa sexto na primeira etapa
O português Carlos Sousa terminou hoje no sexto lugar a primeira etapa do rali todo-o-terreno de Marrocos, em Erfoud, na estreia em competição do Volkswagen Touareg do Team Lagos Sport.
Na especial da etapa de hoje, com partida e chegada em Erfoud, Sousa gastou mais 3.14 minutos do que o sul-africano Giniel de Viliers, da equipa oficial Volkswagen, enquanto o francês Jean-Louis Schlesser (Buggy Ford) foi o segundo, a três segundos.
O espanhol Carlos Sainz, também em Volkswagen, foi terceiro, a 37 segundos.
Nas motos Helder Rodrigues foi decimo.
Um excelente começo para a armada lusa.
Fonte: Lusa - infodesporto.pt e RTP
O português Carlos Sousa terminou hoje no sexto lugar a primeira etapa do rali todo-o-terreno de Marrocos, em Erfoud, na estreia em competição do Volkswagen Touareg do Team Lagos Sport.
Na especial da etapa de hoje, com partida e chegada em Erfoud, Sousa gastou mais 3.14 minutos do que o sul-africano Giniel de Viliers, da equipa oficial Volkswagen, enquanto o francês Jean-Louis Schlesser (Buggy Ford) foi o segundo, a três segundos.
O espanhol Carlos Sainz, também em Volkswagen, foi terceiro, a 37 segundos.
Nas motos Helder Rodrigues foi decimo.
Um excelente começo para a armada lusa.
Fonte: Lusa - infodesporto.pt e RTP
30 maio 2006
A partir de quarta-feira vai ser assim (III)
Plantel de luxo em Marrocos
Rali Orpi Maroc, quarta prova da Taça do Mundo de Todo-o-Terreno, começa amanhã em Erfoud. Para esta edição a organização conseguiu reunir um verdadeiro plantel de luxo. Do lado da Mitsubishi os Pajero Evolution serão guiados por Stephane Peterhansel, Juan Roma e Hiroshi Masuoka, sendo de notar a ausência de Luc Alphand, vencedor do Lisboa-Dakar e recente terceiro classificado no Rali Transibérico. Aliás a marca dos «três diamantes» vai procurar vingar a derrota em Portugal, que aconteceu ao cair do pano. Com a saída de Jutta Kleinschmidt para a BMW, as cores da Volkswagen vão ser defendidas por Giniel de Villiers, o piloto que bateu a Mitsubishi na jornada do Clube Aventura, Carlos Sainz e o português Carlos Sousa, que assim se estreia na equipa dirigida por Kris Nissen. Destaque ainda para a presença de Jean-Louis Schlesser, com o Buggy Schlesser, e para Sergey Shmakov.
A armada lusa, para além de Carlos Sousa, vai contar com Pedro Grancha, o melhor português no Transibérico, Francisco Inocêncio, em mais uma etapa de preparação para o Lisboa-Dakar de 2007, tal como Madalena Antas, que estreia um novo navegador, José Marques, e Elisabete Jacinto, que regressa aos comandos de um jeep, uma vez que o MAN com irá alinhar no Dakar ainda não está pronto. A «camionista» irá conduzir o Bowler Wildcat de Lino Carapeta.
A quarta prova da Taça do Mundo de Todo-o-Terreno será composta por seis etapas e 1679 quilómetros cronometrados, de um total de 2268. O arranque é amanhã em Erfoud, com uma tirada com partida e chegada ao mesmo local. Quinta-feira os pilotos voltam a largar de Erfoud rumo a Ain Benimathar, naquela que é a etapa com a especial mais longa, 357 quilómetros. Dia 2 de Junho regresso a Erfoud, para sábado se chegar a Zagora. No penúltimo dia os concorrentes rumam a Ouarzazate, onde segunda-feira decorre a derradeira jornada.
FONTE: motor
Rali Orpi Maroc, quarta prova da Taça do Mundo de Todo-o-Terreno, começa amanhã em Erfoud. Para esta edição a organização conseguiu reunir um verdadeiro plantel de luxo. Do lado da Mitsubishi os Pajero Evolution serão guiados por Stephane Peterhansel, Juan Roma e Hiroshi Masuoka, sendo de notar a ausência de Luc Alphand, vencedor do Lisboa-Dakar e recente terceiro classificado no Rali Transibérico. Aliás a marca dos «três diamantes» vai procurar vingar a derrota em Portugal, que aconteceu ao cair do pano. Com a saída de Jutta Kleinschmidt para a BMW, as cores da Volkswagen vão ser defendidas por Giniel de Villiers, o piloto que bateu a Mitsubishi na jornada do Clube Aventura, Carlos Sainz e o português Carlos Sousa, que assim se estreia na equipa dirigida por Kris Nissen. Destaque ainda para a presença de Jean-Louis Schlesser, com o Buggy Schlesser, e para Sergey Shmakov.
A armada lusa, para além de Carlos Sousa, vai contar com Pedro Grancha, o melhor português no Transibérico, Francisco Inocêncio, em mais uma etapa de preparação para o Lisboa-Dakar de 2007, tal como Madalena Antas, que estreia um novo navegador, José Marques, e Elisabete Jacinto, que regressa aos comandos de um jeep, uma vez que o MAN com irá alinhar no Dakar ainda não está pronto. A «camionista» irá conduzir o Bowler Wildcat de Lino Carapeta.
A quarta prova da Taça do Mundo de Todo-o-Terreno será composta por seis etapas e 1679 quilómetros cronometrados, de um total de 2268. O arranque é amanhã em Erfoud, com uma tirada com partida e chegada ao mesmo local. Quinta-feira os pilotos voltam a largar de Erfoud rumo a Ain Benimathar, naquela que é a etapa com a especial mais longa, 357 quilómetros. Dia 2 de Junho regresso a Erfoud, para sábado se chegar a Zagora. No penúltimo dia os concorrentes rumam a Ouarzazate, onde segunda-feira decorre a derradeira jornada.
FONTE: motor
A partir de quarta-feira vai ser assim (II)
Rallye Orpi Maroc
Organizador: NPO
Data: de 30 de Maio a 5 de Junho 2006
Pontuável para as taças do Mundo FIA e FIM
A edição deste ano, a 7ª desde que a equipa da NPO liderada por Cyril Neveu e Jean Christophe Pelletier ficaram responsáveis por esta clássica africana, volta a ser pontuável para a Taça do Mundo FIA e do Campeonato do Mundo FIM.
Desde 2000 que se tem vindo a verificar um aumento de interesse junto de participantes estreantes atendendo a que se trata de uma prova com menos dias do que o Rallye Optic 2000.
Com um percurso inédito desenhado por entre paisagens magnificas ao longo da costa Atlantica do extremo sul marroquino, a edição de 2004 reuniu a unanimidade entre os concorrentes e permitiu cortar definitivamente com a imagem de que em Marrocos só havia pistas demolidoras.
Para este ano o percurso desenrolar-se-á na mesma região mas, novidade, todas as etapas serão efectuadas sem o recurso a coordenadas GPS trazendo de volta o espririto e valores que deram inicio a esta modalidade.(...)
Organizador: NPO
Data: de 30 de Maio a 5 de Junho 2006
Pontuável para as taças do Mundo FIA e FIM
A edição deste ano, a 7ª desde que a equipa da NPO liderada por Cyril Neveu e Jean Christophe Pelletier ficaram responsáveis por esta clássica africana, volta a ser pontuável para a Taça do Mundo FIA e do Campeonato do Mundo FIM.
Desde 2000 que se tem vindo a verificar um aumento de interesse junto de participantes estreantes atendendo a que se trata de uma prova com menos dias do que o Rallye Optic 2000.
Com um percurso inédito desenhado por entre paisagens magnificas ao longo da costa Atlantica do extremo sul marroquino, a edição de 2004 reuniu a unanimidade entre os concorrentes e permitiu cortar definitivamente com a imagem de que em Marrocos só havia pistas demolidoras.
Para este ano o percurso desenrolar-se-á na mesma região mas, novidade, todas as etapas serão efectuadas sem o recurso a coordenadas GPS trazendo de volta o espririto e valores que deram inicio a esta modalidade.(...)
A partir de quarta-feira vai ser assim
Elisabete Jacinto em Bowler Wildcat no Rali Orpi Maroc
O Circuito Saloio, em Almargem do Bispo, próximo de Sintra, serviu de palco à estreia de Elisabete Jacinto nos comandos do Bowler Wildcat, a máquina com a qual, a piloto, vai disputar o Rali Orpi Maroc, a quarta etapa da Taça do Mundo de Todo-o-Terreno.
Inserido no programa Acção & Aventura, organizado pela Adventure 4 All, que disponibilizou, aos presentes, a experiência, entre outros, da pilotagem de Kartcross e Mini Moto, Elisabete Jacinto rodou largas dezenas de quilómetros aos comandos do Bowler e mostrou-se muito entusiasmada:
“É uma máquina giríssima. É bastante fácil de conduzir, mas agressiva quanto baste. Habituada que estou, agora, à pilotagem de camião, tive que me ir adaptando a dar, por exemplo, menos voltas ao volante. Parece que estou a guiar um Kart. É tudo mais leve, mais directo mas, de facto, gostei imenso. Vai ser a minha primeira experiência africana de carro, completando assim anteriores participações no Rali de Marrocos, em moto e camião”, salienta Elisabete Jacinto.
O programa Acção & Aventura levou até ao Circuito Saloio diversos convidados que quiseram partilhar com Elisabete Jacinto este dia muito especial. AS irmãs Cinha e Xenica Jardim foram das mais entusiasmadas juntamente com Pedro Reis e Barbara Elias.
O Rali de Marrocos disputa-se de 31 de Maio a 5 de Junho
Fonte: autosport
Inserido no programa Acção & Aventura, organizado pela Adventure 4 All, que disponibilizou, aos presentes, a experiência, entre outros, da pilotagem de Kartcross e Mini Moto, Elisabete Jacinto rodou largas dezenas de quilómetros aos comandos do Bowler e mostrou-se muito entusiasmada:
“É uma máquina giríssima. É bastante fácil de conduzir, mas agressiva quanto baste. Habituada que estou, agora, à pilotagem de camião, tive que me ir adaptando a dar, por exemplo, menos voltas ao volante. Parece que estou a guiar um Kart. É tudo mais leve, mais directo mas, de facto, gostei imenso. Vai ser a minha primeira experiência africana de carro, completando assim anteriores participações no Rali de Marrocos, em moto e camião”, salienta Elisabete Jacinto.
O programa Acção & Aventura levou até ao Circuito Saloio diversos convidados que quiseram partilhar com Elisabete Jacinto este dia muito especial. AS irmãs Cinha e Xenica Jardim foram das mais entusiasmadas juntamente com Pedro Reis e Barbara Elias.
O Rali de Marrocos disputa-se de 31 de Maio a 5 de Junho
Fonte: autosport
Carlos Sousa escutou segredos de Sócrates
O piloto português Carlos Sousa foi ontem recebido pelo primeiro-ministro, José Sócrates, em São Bento, confessando à saída do encontro que lhe foram dados alguns segredos para melhorar a sua prestação nas provas que vai disputar. Carlos Sousa, que nos próximos dois anos vai pilotar um Volkswagen Touareg, do Team Lagos todo-o-terreno, revelou que leva da audiência "alguns segredos na manga para melhorar a perfomance. O piloto, quarto classificado no Rali Dakar de 2003, afiançou que a audiência com José Sócrates veio "acrescer algumas responsabilidades", apesar de já estar habituado à pressão. A primeira prova em que Carlos Sousa vai participar ao volante do novo Touareg será o Rali de Marrocos, entre quinta-feira e 5 de Junho. "Partiu da Autoeuropa um pedido para que a Volkswagen libertasse um dos seus carros oficiais para um piloto nacional", frisou Sousa, salientando que o Estado "não é patrocinador", mas que "fez todas as iniciativas possíveis para sensibilizar a Volkswagen a ceder um dos seus carros oficiais
fonte: publico.pt
fonte: publico.pt
29 maio 2006
Madalena Antas regressa a Marrocos…
Madalena Antas e o seu novo navegador José Marques estão a caminho de Marrocos, onde na próxima semana irão disputar mais uma prova da Taça do Mundo de Todo-o-Terreno, aos comandos – pela última vez – da Nissan PickUp Navara da Promotech. A dupla está confiante num bom resultado.
Prosseguindo a sua preparação para o Lisboa-Dakar 2007, Madalena Antas continua em Marrocos o programa inicialmente traçado para a época de 2006, tentando esquecer um pouco tudo o que aconteceu no Transibérico e tentando de novo um bom resultado em terras africanas…
«Realmente o Transibérico não nos correu nada bem. Batemos forte numa árvore porque ficámos sem travões, que é um problema que a Promotech ainda não conseguiu resolver… Por três vezes tentei “bombear” os travões, mas o pedal foi ao fundo e não consegui evitar o acidente…Agora vamos para Marrocos em que tudo vai ser novo, incluindo o navegador…»
Na verdade Marrocos vai também ser a prova de estreia de José Marques ao lado de Madalena Antas, ele que já tem tudo acordado com a piloto para disputar também o Lisboa – Dakar 2007. Uma experiência que agrada ao navegador…
«Fiquei muito honrado com o convite que me foi endereçado pela Madalena. Acho que tudo vai dar certo entre nós os dois e a programação da participação no Dakar também me parece bastante conseguida. Vou acompanhar de perto a construção da Nissan PickUp Navara, para a conhecer bastante bem e poder ajudar a resolver todos os problemas que nos possam acontecer durante o percurso do Dakar e das outras provas. É importante estar por dentro de tudo, pelo que me parece que esta associação tem todas as condições para ser bem sucedida. Por mim vou esforçar-me ao máximo para que consigamos chegar a Dakar sem problemas…»
Também para Madalena Antas esta nova experiência tem todas as condições para funcionar, até porque se começa em Marrocos, país bastante familiar a José Marques, que há muito organiza expedições aquele país…
«Tenho confiança no José Marques. Parece-me bem começarmos por Marrocos, já que ele conhece bem e eu estou à vontade nas pistas africanas. Poderemos ter um bom resultado… assim a mecânica ajude!»
O programa de Madalena Antas após Marrocos passa por uma série de testes a efectuar com o carro novo, a que se segue a estreia em Espanha, em meados de Julho, na Baja de Aragón que este ano se inicia em Madrid.
Para já… Marrocos! Voltaremos em breve para vos dar conta dos resultados obtidos pela equipa da Nissan PickUp Navara com as cores da Vodafone, Louropel, Precision e Lux.
fonte: autosport
Prosseguindo a sua preparação para o Lisboa-Dakar 2007, Madalena Antas continua em Marrocos o programa inicialmente traçado para a época de 2006, tentando esquecer um pouco tudo o que aconteceu no Transibérico e tentando de novo um bom resultado em terras africanas…
«Realmente o Transibérico não nos correu nada bem. Batemos forte numa árvore porque ficámos sem travões, que é um problema que a Promotech ainda não conseguiu resolver… Por três vezes tentei “bombear” os travões, mas o pedal foi ao fundo e não consegui evitar o acidente…Agora vamos para Marrocos em que tudo vai ser novo, incluindo o navegador…»
Na verdade Marrocos vai também ser a prova de estreia de José Marques ao lado de Madalena Antas, ele que já tem tudo acordado com a piloto para disputar também o Lisboa – Dakar 2007. Uma experiência que agrada ao navegador…
«Fiquei muito honrado com o convite que me foi endereçado pela Madalena. Acho que tudo vai dar certo entre nós os dois e a programação da participação no Dakar também me parece bastante conseguida. Vou acompanhar de perto a construção da Nissan PickUp Navara, para a conhecer bastante bem e poder ajudar a resolver todos os problemas que nos possam acontecer durante o percurso do Dakar e das outras provas. É importante estar por dentro de tudo, pelo que me parece que esta associação tem todas as condições para ser bem sucedida. Por mim vou esforçar-me ao máximo para que consigamos chegar a Dakar sem problemas…»
Também para Madalena Antas esta nova experiência tem todas as condições para funcionar, até porque se começa em Marrocos, país bastante familiar a José Marques, que há muito organiza expedições aquele país…
«Tenho confiança no José Marques. Parece-me bem começarmos por Marrocos, já que ele conhece bem e eu estou à vontade nas pistas africanas. Poderemos ter um bom resultado… assim a mecânica ajude!»
O programa de Madalena Antas após Marrocos passa por uma série de testes a efectuar com o carro novo, a que se segue a estreia em Espanha, em meados de Julho, na Baja de Aragón que este ano se inicia em Madrid.
Para já… Marrocos! Voltaremos em breve para vos dar conta dos resultados obtidos pela equipa da Nissan PickUp Navara com as cores da Vodafone, Louropel, Precision e Lux.
fonte: autosport
26 maio 2006
João Lagos junta Carlos Sousa à Volkswagen para o Lisboa-Dakar
Acordo para duas épocas completas entre o piloto português e a marca alemã tem em vista uma participação ambiciosa na grande prova africana
"Nunca senti que estivesse tão perto de poder ganhar um Dakar", foi como resumiu ontem Carlos Sousa o acordo rubricado entre a João Lagos Sports e a Volkswagen, que proporcionará ao piloto português um carro e uma equipa exactamente iguais aos dos pilotos oficiais do construtor alemão.
Carlos Sousa, o português que melhor classificação alguma vez obteve na mítica prova de todo-o-terreno e que desde o ano passado sai de Lisboa em direcção à capital do Senegal, vai ter à sua disposição um Touareg em tudo semelhante aos da Volkswagen Motorsports, bem como uma equipa técnica própria, mas cedida pela marca germânica. Peças, infra-estruturas, breefings tudo será idêntico ao que será disponibilizado aos pilotos oficiais da Volkswagen. "A única diferença que existirá entre os carros serão os patrocinadores", explicou Carlos Sousa.
Investimento de vulto
O investimento neste projecto que tem como limite temporal o ano de 2008 atinge os seis milhões de euros. João Lagos quer atrair ainda mais gente para o Dakar e nada melhor do que dar condições ao piloto que considera ser o melhor piloto português para vencer a competição: "Uma das grandes ideias para promover ainda mais a prova é a de proporcionar ao Carlos Sousa condições sérias para disputar o Dakar. Tínhamos que resolver de uma vez por todas situações como as vividas este ano em que só na véspera da partida me subiram o acento para que pudesse ver a estrada", exemplificou João Lagos.
Para além de condições técnicas ao nível das melhores existentes, o acordo agora celebrado irá também facultar a Carlos Sousa um período relativamente longo para se habituar ao novo carro. Assim, já no final deste mês, o piloto português vai para Marrocos, onde realizará a sua primeira prova ao volante do Touareg. Seguir-se-ão a Baja Aragon, Dubai ou Baja Portalegre. Para além disso, estão também previstos várias sessões de treinos, a primeira das quais já em Setembro, na Tunísia.
Carlos Sousa fez questão de sublinhar a possibilidade que terá de fazer quilómetros com o seu novo carro antes de competir num Dakar. "Faltava este passo que foi dado. Ela vai permitir-me fazer testes com o novo carro com tempo e recuperar a diferença para os melhores pilotos do Mundial", frisou.
Novo navegador
Por enquanto, Carlos Sousa terá ao seu lado o navegador alemão Andreas Schulz, que ganhou um Dakar com o japonês Masuoka. Mas em cima da mesa está a ideia de encontrar um navegador português, de forma que toda a equipa seja portuguesa. Essa foi a ideia expressa por João Lagos, mas Carlos Sousa foi mais cauteloso: "Toda a gente quer que tenha um navegador português. Eu também preferia, até por uma questão de facilidade de comunicação. Resta saber se compensa arriscar, dada a pouca experiência da maioria dos navegadores do nosso país."
fonte: publico.pt
"Nunca senti que estivesse tão perto de poder ganhar um Dakar", foi como resumiu ontem Carlos Sousa o acordo rubricado entre a João Lagos Sports e a Volkswagen, que proporcionará ao piloto português um carro e uma equipa exactamente iguais aos dos pilotos oficiais do construtor alemão.
Carlos Sousa, o português que melhor classificação alguma vez obteve na mítica prova de todo-o-terreno e que desde o ano passado sai de Lisboa em direcção à capital do Senegal, vai ter à sua disposição um Touareg em tudo semelhante aos da Volkswagen Motorsports, bem como uma equipa técnica própria, mas cedida pela marca germânica. Peças, infra-estruturas, breefings tudo será idêntico ao que será disponibilizado aos pilotos oficiais da Volkswagen. "A única diferença que existirá entre os carros serão os patrocinadores", explicou Carlos Sousa.
Investimento de vulto
O investimento neste projecto que tem como limite temporal o ano de 2008 atinge os seis milhões de euros. João Lagos quer atrair ainda mais gente para o Dakar e nada melhor do que dar condições ao piloto que considera ser o melhor piloto português para vencer a competição: "Uma das grandes ideias para promover ainda mais a prova é a de proporcionar ao Carlos Sousa condições sérias para disputar o Dakar. Tínhamos que resolver de uma vez por todas situações como as vividas este ano em que só na véspera da partida me subiram o acento para que pudesse ver a estrada", exemplificou João Lagos.
Para além de condições técnicas ao nível das melhores existentes, o acordo agora celebrado irá também facultar a Carlos Sousa um período relativamente longo para se habituar ao novo carro. Assim, já no final deste mês, o piloto português vai para Marrocos, onde realizará a sua primeira prova ao volante do Touareg. Seguir-se-ão a Baja Aragon, Dubai ou Baja Portalegre. Para além disso, estão também previstos várias sessões de treinos, a primeira das quais já em Setembro, na Tunísia.
Carlos Sousa fez questão de sublinhar a possibilidade que terá de fazer quilómetros com o seu novo carro antes de competir num Dakar. "Faltava este passo que foi dado. Ela vai permitir-me fazer testes com o novo carro com tempo e recuperar a diferença para os melhores pilotos do Mundial", frisou.
Novo navegador
Por enquanto, Carlos Sousa terá ao seu lado o navegador alemão Andreas Schulz, que ganhou um Dakar com o japonês Masuoka. Mas em cima da mesa está a ideia de encontrar um navegador português, de forma que toda a equipa seja portuguesa. Essa foi a ideia expressa por João Lagos, mas Carlos Sousa foi mais cauteloso: "Toda a gente quer que tenha um navegador português. Eu também preferia, até por uma questão de facilidade de comunicação. Resta saber se compensa arriscar, dada a pouca experiência da maioria dos navegadores do nosso país."
fonte: publico.pt
16 maio 2006
Rali Transibérico: De Villiers dá a vitória à VW
Pedro Grancha foi o melhor português, enquanto Rui Sousa colocou a Isuzu na liderança da Taça do Mundo de TT na categoria T2.
Giniel de Villiers foi o grande vencedor do Rali Transibérico, conseguindo assim o seu primeiro triunfo numa prova da Taça do Mundo ao serviço da Volkswagen. Num final de corrida emocionante, o sul-africano conseguiu destronar o espanhol Nani Roma da liderança, passando para a frente nos último sector selectivo, à chegada a Castelo Branco. O vencedor do Lisboa-Dakar 2006, Luc Alphand, subiu ao último lugar do pódio.
Entre os portugueses, o melhor classificado acabou por ser Pedro Grancha (Mitsubishi Pajero), que terminou na quinta posição da geral, superando Filipe Campos (Renault Mégane) que ficou no sexto lugar.
Rui Sousa (Isuzu Rodeo) também teve uma prestação positiva, garantindo o 10º posto da geral, um resultado que permite à sua equipa ascender à liderança da Taça do Mundo de TT (categoria T2), na classificação destinada às marcas.
Fomte: autohoje
Giniel de Villiers foi o grande vencedor do Rali Transibérico, conseguindo assim o seu primeiro triunfo numa prova da Taça do Mundo ao serviço da Volkswagen. Num final de corrida emocionante, o sul-africano conseguiu destronar o espanhol Nani Roma da liderança, passando para a frente nos último sector selectivo, à chegada a Castelo Branco. O vencedor do Lisboa-Dakar 2006, Luc Alphand, subiu ao último lugar do pódio.
Entre os portugueses, o melhor classificado acabou por ser Pedro Grancha (Mitsubishi Pajero), que terminou na quinta posição da geral, superando Filipe Campos (Renault Mégane) que ficou no sexto lugar.
Rui Sousa (Isuzu Rodeo) também teve uma prestação positiva, garantindo o 10º posto da geral, um resultado que permite à sua equipa ascender à liderança da Taça do Mundo de TT (categoria T2), na classificação destinada às marcas.
Fomte: autohoje
10 maio 2006
Lisboa-Dakar 2007 arranca uma semana mais tarde
Ligação marítima entre Portimão e Marrocos pode
ser uma realidade em 2007
Novas datas, a possibilidade de ligar Portugal a Marrocos, sem necessidade de passagem por Espanha, e a exclusão da Guiné-Conacri do percurso são as grandes novidades da 29.ª edição do Rali Lisboa - Dakar, que incluirá Portugal, Marrocos, Mauritânia, Mali e Senegal. A prova, que pelo segundo ano consecutivo partirá de Lisboa, foi ontem oficialmente apresentada no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, e por definir apenas ficaram os percursos, que terão "novas pistas e desafios" e a entrada em África.
Com a presença de João Lagos, presidente da João Lagos Sport, de Etienne Lavigne, director da prova, Laurentino Dias, secretário de Estado da Juventude e Desporto, Carmona Rodrigues, presidente da Câmara Municipal de Lisboa e Luís Carito, vice-presidente da Câmara Municipal de Portimão, além de inúmeros pilotos que não quiseram perder a oportunidade de saber quais as novidades propostas pela organização, o Rali Dakar foi pela primeira vez apresentado mundialmente em Lisboa e não em Paris como é hábito.
Depois do sucesso que a primeira edição da prova realizada em Portugal alcançou, com "cerca de 8000 pessoas por dia durante as verificações", como sublinhou Lavigne, a organização decidiu este ano fazer algumas inovações. Destas, a mais notória é as datas. Desta feita, e apesar de não ser uma novidade na história da prova - em 2000, por exemplo, ano em que a prova terminou no Cairo, decorreu entre 6 e 23 de Janeiro - o rali sai para a estrada apenas a 6 de Janeiro para chegar a Dakar, quinze dias depois, a 21.
"As datas foram alteradas por uma questão de calendário e para não prejudicar o Natal dos pilotos", justificou João Lagos, frisando que esta mudança até pode ter alguns aspectos menos positivos. "É que com as datas anteriores apanhávamos o período das festas de Natal em que as crianças estão de férias e as pessoas têm maior disponibilidade. Com as verificações a começarem só a 3 de Janeiro, ainda não consigo perceber muito bem como é que isso vai resultar em Lisboa", referiu Lagos, admitindo que no que ao Algarve diz respeito a situação já é diferente. "A região tem sempre muita procura no final do ano e esta mudança de datas faz com que essa procura se prolongue."
E é no Algarve que as atenções estarão centradas logo após a partida de Lisboa. É que Portimão receberá este ano uma etapa, a segunda, com início e fim na localidade, como referiu o vice-presidente da edilidade de Portimão, Luís Carito. "No dia 7 teremos uma etapa Portimão-Portimão e logo na passagem de ano vamos fazer uma espécie de warm up da prova", referiu o edil.
Ligar o Algarve a Marrocos
A outra grande novidade da prova, que manterá a aposta na navegação e a "obsessão pela segurança", nas palavras de Lavigne, é a possibilidade de ligar Portimão a Marrocos. Nesse sentido "o concurso para as obras do porto está em fase de adjudicação" e o secretário de Estado da Juventude e Desporto, garantiu que "o Governo tudo fará para tornar essa possibilidade uma realidade". A ideia é que as obras estejam prontas em Outubro, mas como "só há poucos dias ficou decidido onde se iniciará a primeira etapa marroquina, só agora é que a análise dos custos vai começar", admitiu Lagos, que por isso diz que a transição para África a partir de Portimão "ainda não é uma certeza para 2007." "Mas como somos teimosos mesmo que não seja este ano continuaremos a insistir", disse.
A mim parece-me muito interessante esta mudança de datas. Deslocar a prova um pouco alem das festas é excelente para pilotos e organização e permite uma exploração mediática muito maior, maxime, alem fronteiras.
E não esqueçamos que dia 1 de Janeiro é feriado e será uma segunda-feira.
Os amantes do desporto motorizado em geral que tirarem uns dias de ferias terão uma semana em grande!!!
Fonte: publico.pt
ser uma realidade em 2007
Novas datas, a possibilidade de ligar Portugal a Marrocos, sem necessidade de passagem por Espanha, e a exclusão da Guiné-Conacri do percurso são as grandes novidades da 29.ª edição do Rali Lisboa - Dakar, que incluirá Portugal, Marrocos, Mauritânia, Mali e Senegal. A prova, que pelo segundo ano consecutivo partirá de Lisboa, foi ontem oficialmente apresentada no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, e por definir apenas ficaram os percursos, que terão "novas pistas e desafios" e a entrada em África.
Com a presença de João Lagos, presidente da João Lagos Sport, de Etienne Lavigne, director da prova, Laurentino Dias, secretário de Estado da Juventude e Desporto, Carmona Rodrigues, presidente da Câmara Municipal de Lisboa e Luís Carito, vice-presidente da Câmara Municipal de Portimão, além de inúmeros pilotos que não quiseram perder a oportunidade de saber quais as novidades propostas pela organização, o Rali Dakar foi pela primeira vez apresentado mundialmente em Lisboa e não em Paris como é hábito.
Depois do sucesso que a primeira edição da prova realizada em Portugal alcançou, com "cerca de 8000 pessoas por dia durante as verificações", como sublinhou Lavigne, a organização decidiu este ano fazer algumas inovações. Destas, a mais notória é as datas. Desta feita, e apesar de não ser uma novidade na história da prova - em 2000, por exemplo, ano em que a prova terminou no Cairo, decorreu entre 6 e 23 de Janeiro - o rali sai para a estrada apenas a 6 de Janeiro para chegar a Dakar, quinze dias depois, a 21.
"As datas foram alteradas por uma questão de calendário e para não prejudicar o Natal dos pilotos", justificou João Lagos, frisando que esta mudança até pode ter alguns aspectos menos positivos. "É que com as datas anteriores apanhávamos o período das festas de Natal em que as crianças estão de férias e as pessoas têm maior disponibilidade. Com as verificações a começarem só a 3 de Janeiro, ainda não consigo perceber muito bem como é que isso vai resultar em Lisboa", referiu Lagos, admitindo que no que ao Algarve diz respeito a situação já é diferente. "A região tem sempre muita procura no final do ano e esta mudança de datas faz com que essa procura se prolongue."
E é no Algarve que as atenções estarão centradas logo após a partida de Lisboa. É que Portimão receberá este ano uma etapa, a segunda, com início e fim na localidade, como referiu o vice-presidente da edilidade de Portimão, Luís Carito. "No dia 7 teremos uma etapa Portimão-Portimão e logo na passagem de ano vamos fazer uma espécie de warm up da prova", referiu o edil.
Ligar o Algarve a Marrocos
A outra grande novidade da prova, que manterá a aposta na navegação e a "obsessão pela segurança", nas palavras de Lavigne, é a possibilidade de ligar Portimão a Marrocos. Nesse sentido "o concurso para as obras do porto está em fase de adjudicação" e o secretário de Estado da Juventude e Desporto, garantiu que "o Governo tudo fará para tornar essa possibilidade uma realidade". A ideia é que as obras estejam prontas em Outubro, mas como "só há poucos dias ficou decidido onde se iniciará a primeira etapa marroquina, só agora é que a análise dos custos vai começar", admitiu Lagos, que por isso diz que a transição para África a partir de Portimão "ainda não é uma certeza para 2007." "Mas como somos teimosos mesmo que não seja este ano continuaremos a insistir", disse.
A mim parece-me muito interessante esta mudança de datas. Deslocar a prova um pouco alem das festas é excelente para pilotos e organização e permite uma exploração mediática muito maior, maxime, alem fronteiras.
E não esqueçamos que dia 1 de Janeiro é feriado e será uma segunda-feira.
Os amantes do desporto motorizado em geral que tirarem uns dias de ferias terão uma semana em grande!!!
Fonte: publico.pt
Carlos Sousa (quase) na Volkswagen para o Lisboa-Dakar 2007
As negociações entre Carlos Sousa e a Volkswagen (VW) estão bem encaminhadas e ainda durante este mês poderá ficar a saber-se se o "casamento" entre o piloto de Almada e a marca alemã se concretiza.
Para que as negociações sejam bem sucedidas "falta que toda a gente esteja de acordo", afirmou o piloto, que no Rali de Marrocos (30 de Maio a 6 de Junho) e na Baja de Espanha (20 a 23 de Julho) já gostaria de estar em competição. "Tenho de recuperar os seis meses sem treinar e sem competir", admitiu Sousa, que considera que a "Volkswagen é a única que pode bater a Mitsubishi."
A não renovação da alemã Jutta Kleinschmidt e Bruno Saby com a VW não tiveram influência nas negociações - "nessa altura elas já estavam a decorrer", justifica Sousa -, que podem terminar com a conquista do tão desejado projecto a longo prazo que Carlos há tanto deseja. "Estamos a trabalhar num projecto de dois anos que passa por fazer o Dakar e outras provas", frisou o piloto. O bom andamento das conversações entre Sousa e a VW foi confirmado por Kris Nissen, director da VW Motorsport, que em declarações à Lusa afirmou que o piloto português "está no topo e não na base" da lista de possibilidades de contratação da equipa.
Igualmente a iniciar uma nova fase na sua carreira está Elisabete Jacinto, que assinou contrato com a MAN Portugal, de quem será piloto oficial, até 2008. "Fiquei a ganhar com esta troca, mas infelizmente só terei o camião em Setembro e só vou conseguir fazer uma prova antes do Dakar", lamentou Elisabete, explicando que "este projecto é mais competitivo e o camião MAN tem um motor mais elástico e é mais fácil de conduzir que o Renault."
FONTE: publico.pt
Para que as negociações sejam bem sucedidas "falta que toda a gente esteja de acordo", afirmou o piloto, que no Rali de Marrocos (30 de Maio a 6 de Junho) e na Baja de Espanha (20 a 23 de Julho) já gostaria de estar em competição. "Tenho de recuperar os seis meses sem treinar e sem competir", admitiu Sousa, que considera que a "Volkswagen é a única que pode bater a Mitsubishi."
A não renovação da alemã Jutta Kleinschmidt e Bruno Saby com a VW não tiveram influência nas negociações - "nessa altura elas já estavam a decorrer", justifica Sousa -, que podem terminar com a conquista do tão desejado projecto a longo prazo que Carlos há tanto deseja. "Estamos a trabalhar num projecto de dois anos que passa por fazer o Dakar e outras provas", frisou o piloto. O bom andamento das conversações entre Sousa e a VW foi confirmado por Kris Nissen, director da VW Motorsport, que em declarações à Lusa afirmou que o piloto português "está no topo e não na base" da lista de possibilidades de contratação da equipa.
Igualmente a iniciar uma nova fase na sua carreira está Elisabete Jacinto, que assinou contrato com a MAN Portugal, de quem será piloto oficial, até 2008. "Fiquei a ganhar com esta troca, mas infelizmente só terei o camião em Setembro e só vou conseguir fazer uma prova antes do Dakar", lamentou Elisabete, explicando que "este projecto é mais competitivo e o camião MAN tem um motor mais elástico e é mais fácil de conduzir que o Renault."
FONTE: publico.pt
Subscrever:
Mensagens (Atom)
