27 novembro 2007
Recordar edições anteriores com imagens belíssimas
BMW Série 1 no Lisboa-Dakar já em 2008?
26 novembro 2007
Irmãos Inocêncio e Red Line preparados para o grande desafio
Na apresentação de mais uma edição do Lisboa-Dakar, Francisco e Nuno Inocêncio apresentam-se à partida prontos para todos os desafios, através de uma estrutura reforçada com a inscrição de três camiões, dois T5 e um T4, aos quais se juntam duas viaturas 4x4 de assistência, para dar apoio a, nada mais, nada menos que cinco viaturas de competição.
"Vamos ter etapas muito duras e muita areia. Vai ser um Dakar difícil e por isso o nosso principal objectivo é conseguir superar as dificuldades e levar toda a equipa até final, como conseguimos no ano passado", salienta o piloto de Loures.
Para Nuno Inocêncio, que participa pela terceira vez, o objectivo não é muito diferente: "Claro que vou tentar conseguir melhorar o meu resultado e terminar bem classificado, mas tudo terá de ser feito dentro do principal objectivo que é terminar e para isso há que ser muito rigoroso e não cometer erros. A prova parece ser bastante dura, mas estamos preparados para esse grande desafio" salienta Nuno Inocêncio o piloto que este ano se sagrou vice campeão nacional, aos comandos de um dos Mitsubishi Pajero DiD da equipa.
fonte: iol
"Vamos ter etapas muito duras e muita areia. Vai ser um Dakar difícil e por isso o nosso principal objectivo é conseguir superar as dificuldades e levar toda a equipa até final, como conseguimos no ano passado", salienta o piloto de Loures.
Para Nuno Inocêncio, que participa pela terceira vez, o objectivo não é muito diferente: "Claro que vou tentar conseguir melhorar o meu resultado e terminar bem classificado, mas tudo terá de ser feito dentro do principal objectivo que é terminar e para isso há que ser muito rigoroso e não cometer erros. A prova parece ser bastante dura, mas estamos preparados para esse grande desafio" salienta Nuno Inocêncio o piloto que este ano se sagrou vice campeão nacional, aos comandos de um dos Mitsubishi Pajero DiD da equipa.
fonte: iol
25 novembro 2007
Este ano o Dakar não estará tão belo
23 novembro 2007
Onde ver o Dakar em Portugal
ATENÇÃO: Depois de analisar com calma estes mapas e de um passeio atento por diversos fóruns na Internet fiquei muito apreensivo. De facto estes mapas não ajudam rigorosamente nada. Por exemplo a ZE Cofidis – só o nome arrepia – fica bem no centro do Montijo! Para alem disso a ideia peregrina de fechar a zona da prova ao trânsito fazendo transportar as pessoas de autocarro só pode dar um mega problema. Não é preciso ser bruxo para imaginar que pelo menos meio milhão de pessoas vai querer ver a prova. Ora quantos autocarros serão precioso para transportar tal quantidade de gente? Seria bom que não se cometessem os erros do ano passado em que dezenas de milhares de pessoas ficaram um dia inteiro presas no trânsito a contar chaparros. Este ano a armadilha Península de Tróia foi evitada e bem. No entanto puxar a primeira especial mais para Norte só trará mais uns bons milhares de adeptos do desporto automóvel para a estrada. Falta um mês e meio para a partida do Dakar. O apelo que os adeptos fazem é que se tomem boas e ponderadas decisões. A efectivarem-se as coisas tal como estão a ser anunciadas é de prever um fiasco monumental com enormes prejuízos para os adeptos, para a prova e para o futuro do Dakar em Portugal. Tenham tento, senhores!
O Euromilhões Lisboa-Dakar já faz parte dos portugueses e estes vibram intensamente com uma prova única, capaz de despertar emoções como nenhuma outra no panorama automobilístico... e não só. Ao longo do percurso das duas especiais realizadas em 2007, mais de um milhão de pessoas saiu para a rua para encorajar os pilotos na partida para África, o que levou os organizadores franceses a afirmar que em 2007 se realizou a melhor partida do Dakar dos últimos 20 anos.
Para a próxima edição, repetem-se as duas especiais em solo Português. Aqui ficam os primeiros detalhes das duas etapas em solo nacional, a decorrerem nos dias 5 e 6 de Janeiro.
Meio de acesso prioritário à 1.ª Especial

Zona 1
Vindo de Norte: Ponte da Lezíria (A10), A13,
Vindo de Sul: A13
Estes acessos vão permitir aceder a "pontos de encontro" nos concelhos de Benavente e Montijo, em Samora Correia e Canha, respectivamente. Estarão abertos a partir das 12 horas do dia 4 de Janeiro e nestes pontos far-se-á a recepção dos espectadores, onde cada Município e respectivas Freguesias terão programas de animação especialmente pensados para receber os espectadores do Lisboa-Dakar, que poderão desfrutar de momentos de verdadeira festa.
Zona 2
Vindo de Norte: Ponte Vasco da Gama (A12)
Vindo de Sul: A2, IC32
Estes acessos vão permitir aceder ao Ponto de Encontro Alcochete.
A partir das 4 horas da manhã de dia 5, através de autocarros disponibilizados pelos municípios e com o apoio da Vimeca, iniciar-se-á o transporte gratuito do público para as zonas espectáculo nos seguintes binómios:
Ponto de encontro Samora Correia - Zona espectáculo Companhia das Lezírias e Zona espectáculo Brisa
Ponto de Encontro Canha - Zona Espectáculo a designar
Ponto de Encontro Alcochete - Zona espectáculo Cofidis
A Especial terá início às 8h30 horas do dia 5 de Janeiro e terminará por volta das 17h30, proporcionando 6 horas de emoção e experiências aos espectadores presentes. Os concorrentes irão encontrar pela frente uma especial rápida, ao estilo das típicas bajas portuguesas, onde ao contrário de 2007 haverá pouca areia a transpor.
De salientar que Brisa, Cofidis e Companhia das Lezírias terão montadas também animações em cada uma das respectivas zonas espectáculo.
A partir das 12h30, o transporte dos espectadores passará a ser feito exclusivamente no sentido Zona Espectáculo > Ponto de Encontro.
Logo após o final da especial entrarão equipas de limpeza das Câmaras Municipais de Alcochete, Benavente e Montijo bem como equipas da Ipodec iniciando-se desde logo a limpeza e recuperação dos locais.
2.ª Especial

No dia 6, realiza-se a segunda especial em solo português. O modelo de sucesso da edição anterior volta a ser utilizado em 2008, com os concorrentes a terem de disputar uma etapa muito técnica num solo de montanha, predominantemente duro. Os camiões não disputam esta especial, seguindo directamente para o ferry que os levará a África.
Meio de acesso prioritário à 2.ª Especial:
Zona Espectáculo 1 - Sítio dos Guenos/Portimão
Acessos: A partir do nó de Alvor na A22 optar na N532 por Sr.ª do Verde ou Casas Velhas.
Zona Espectáculo 2 - Arriqueta/Monchique
Acessos: Seguir as indicações com muita atenção depois de deixar a N267 (Portela da Nave) pois os acessos fazem-se por caminhos rurais.
Zona Espectáculo 3 - Pardieiro/Monchique
Acessos: Por Alferce, Fornalha, S. Marcos da Serra ou o Caminho Municipal 1077.
Zona Espectáculo 4 - Portimão
Acessos: Esta Zona Espectáculo tem acesso exclusivo através de autocarros gratuitos colocados em vários parques de estacionamento da cidade de Portimão.
fonte: iol
O Euromilhões Lisboa-Dakar já faz parte dos portugueses e estes vibram intensamente com uma prova única, capaz de despertar emoções como nenhuma outra no panorama automobilístico... e não só. Ao longo do percurso das duas especiais realizadas em 2007, mais de um milhão de pessoas saiu para a rua para encorajar os pilotos na partida para África, o que levou os organizadores franceses a afirmar que em 2007 se realizou a melhor partida do Dakar dos últimos 20 anos.
Para a próxima edição, repetem-se as duas especiais em solo Português. Aqui ficam os primeiros detalhes das duas etapas em solo nacional, a decorrerem nos dias 5 e 6 de Janeiro.
Meio de acesso prioritário à 1.ª Especial

Zona 1
Vindo de Norte: Ponte da Lezíria (A10), A13,
Vindo de Sul: A13
Estes acessos vão permitir aceder a "pontos de encontro" nos concelhos de Benavente e Montijo, em Samora Correia e Canha, respectivamente. Estarão abertos a partir das 12 horas do dia 4 de Janeiro e nestes pontos far-se-á a recepção dos espectadores, onde cada Município e respectivas Freguesias terão programas de animação especialmente pensados para receber os espectadores do Lisboa-Dakar, que poderão desfrutar de momentos de verdadeira festa.
Zona 2
Vindo de Norte: Ponte Vasco da Gama (A12)
Vindo de Sul: A2, IC32
Estes acessos vão permitir aceder ao Ponto de Encontro Alcochete.
A partir das 4 horas da manhã de dia 5, através de autocarros disponibilizados pelos municípios e com o apoio da Vimeca, iniciar-se-á o transporte gratuito do público para as zonas espectáculo nos seguintes binómios:
Ponto de encontro Samora Correia - Zona espectáculo Companhia das Lezírias e Zona espectáculo Brisa
Ponto de Encontro Canha - Zona Espectáculo a designar
Ponto de Encontro Alcochete - Zona espectáculo Cofidis
A Especial terá início às 8h30 horas do dia 5 de Janeiro e terminará por volta das 17h30, proporcionando 6 horas de emoção e experiências aos espectadores presentes. Os concorrentes irão encontrar pela frente uma especial rápida, ao estilo das típicas bajas portuguesas, onde ao contrário de 2007 haverá pouca areia a transpor.
De salientar que Brisa, Cofidis e Companhia das Lezírias terão montadas também animações em cada uma das respectivas zonas espectáculo.
A partir das 12h30, o transporte dos espectadores passará a ser feito exclusivamente no sentido Zona Espectáculo > Ponto de Encontro.
Logo após o final da especial entrarão equipas de limpeza das Câmaras Municipais de Alcochete, Benavente e Montijo bem como equipas da Ipodec iniciando-se desde logo a limpeza e recuperação dos locais.
2.ª Especial

No dia 6, realiza-se a segunda especial em solo português. O modelo de sucesso da edição anterior volta a ser utilizado em 2008, com os concorrentes a terem de disputar uma etapa muito técnica num solo de montanha, predominantemente duro. Os camiões não disputam esta especial, seguindo directamente para o ferry que os levará a África.
Meio de acesso prioritário à 2.ª Especial:
Zona Espectáculo 1 - Sítio dos Guenos/Portimão
Acessos: A partir do nó de Alvor na A22 optar na N532 por Sr.ª do Verde ou Casas Velhas.
Zona Espectáculo 2 - Arriqueta/Monchique
Acessos: Seguir as indicações com muita atenção depois de deixar a N267 (Portela da Nave) pois os acessos fazem-se por caminhos rurais.
Zona Espectáculo 3 - Pardieiro/Monchique
Acessos: Por Alferce, Fornalha, S. Marcos da Serra ou o Caminho Municipal 1077.
Zona Espectáculo 4 - Portimão
Acessos: Esta Zona Espectáculo tem acesso exclusivo através de autocarros gratuitos colocados em vários parques de estacionamento da cidade de Portimão.
fonte: iol
22 novembro 2007
Tiago Monteiro no Lisboa-Dakar?
É a noticia do dia via AutoSport:Factos! Tiago Monteiro está inscrito no Lisboa-Dakar pela equipa Buggy Desert Cup, que coloca a correr os Buggy SMG. Contudo, se o actual piloto vai ou não participar na maratona africana é um caso que se verá lá mais para a frente uma vez que, apesar de estar a ser pressionado nesse sentido pelos patrocinadores, Monteiro está hesitante.
Como se sabe, há uns meses atrás Tiago Monteiro esteve em Marrocos na companhia do seu grande amigo Yvan Muller tendo testado o Buggy SMG de Phillipe Gache. Gostou da experiência, mas quando se fala duma prova como o Dakar, as decisões não se podem tomar de ânimo leve pois é uma prova muito complicada para um estreante, o que neste caso ganha ainda mais ênfase porque o Buggy…só tem lugar para o piloto.
Estrear-se no Dakar sem experiência, sem testes intensivos, sem navegador, pode ser demasiado, mesmo para um piloto da categoria do português, que desde Fórmula 1 a carros de ralis já guiou um pouco de tudo.
Os seus patrocinadores pressionam-no no sentido de aceitar o desafio, mas Monteiro está muito reticente, e tem mesmo um estatuto especial com a sua inscrição que existe, mas está sob um regime especial que lhe permite ficar “pendente” até perto do início da prova, pois se as negociações que Monteiro mantém para prosseguir a sua carreira nas pistas chegarem a bom porto, é praticamente certo que adiará a experiência, pois como Monteiro já referiu: «Se não for este ano será num futuro próximo.».
A única certeza é que dentro de algum tempo veremos Tiago Monteiro a evoluir na prova africana, resta saber se será dentro de um mês e meio ou bem mais…
O meu comentário:
A loucura em Portugal em torno do Dakar parece não ter limites. Só assim se explica a pressão que os patrocinadores parecem estar a exercer sobre o piloto do Porto para embarcar na estupidez de se estrear, a “sangue frio”, num Dakar a solo. Por muito que nós público gostássemos de ver Monteiro à partida do Lisboa-Dakar, tal não deve suceder para já. Monteiro tem qualidades e não deve ceder a pressões patéticas. Até pode vir a revelar-se um grande piloto fora das pistas, mas tudo tem o seu tempo.
Ricardo Leal dos Santos com o novo Pajero a gasolina em Marrocos
Decidido a evoluir rapidamente, Ricardo Leal dos Santos encara o desafio de competir com um carro a gasolina como parte dessa mesma evolução, usando um modelo que se destaca, sobretudo, pela sua robustez, embora não deixe de exibir grande competitividade. O motor de 3.5 litros debita 260 CV e 353 Nm de binário, valores interessantes para um veículo cujo peso não excede as duas toneladas. O motor está acoplado a uma caixa sequencial de seis velocidades e a transmissão é composta por três diferenciais que podem receber unidades autoblocantes.
Fonte: iol
Miguel Barbosa piloto oficial BMW no Dakar
O «novo» Campeão Nacional de Todo-o-terreno, Miguel Barbosa vai participar no próximo Lisboa-Dakar aos comandos do X5 da equipa oficial X-Raid. Após avaliadas todas as possibilidades, a decisão do piloto da Vodafone Liberty Seguros Team acabou por recair no convite efectuado por Sven Quant, para regressar à marca que já o fez Campeão em 2005. Com objectivos bem definidos em termos futuros, a Baja Portalegre foi para Barbosa/Ramalho um verdadeiro teste ao X5, depois de um primeiro contacto realizado em Marrocos. As diferenças entre o BMW utilizado em 2005 e a versão que agora lhes chega às mãos são abismais pelo que há, ainda, um longo processo de desenvolvimento e habituação à nova máquina.
Os primeiros contactos com a sua nova máquina, revelaram-se uma agradável surpresa: "É um carro com um potencial extraordinário em todos os aspectos. Fiquei muito bem impressionado e cheio de vontade de começar a adaptar-me ao X5. Estou muito confiante, não só no que se refere ao carro mas, também, a toda a estrutura que até ao momento se tem revelado muito profissional".
Desta forma, a Baja Portalegre foi o ponto de viragem para o recém coroado Campeão Nacional: "É um novo ciclo que agora começa. É um passo em frente na minha carreira. Considero que foi a escolha acertada. Agora há que começar a trabalhar para conseguirmos alcançar um bom resultado no Dakar. É nisso que estou focado", concluiu Miguel Barbosa.
Fonte: iol
Hélder Rodrigues em recuperação para o Dakar
O “motard” português Hélder Rodrigues garantiu hoje que está a preparar o Lisboa-Dakar 2008, apesar de ainda se encontrar a recuperar de uma violenta queda sofrida há três meses.
“Estou bem, neste momento já estou a treinar e já estou a tentar recuperar a minha forma. Tenho uma situação que ainda faço fisioterapia, que vou continuar até à corrida, mas de resto já está tudo a recuperar bastante bem”, garantiu o piloto, o português com melhor classificação de sempre no Dakar em motos, com o quinto lugar de 2007.
Hélder Rodrigues, que representa a Lagos Team, adiantou que, além de treinar de moto, faz ginásio e fisioterapia para preparar a participação na prova.
“Neste momento, a minha limitação é que não consigo correr. De resto faço tudo: ando de bicicleta, faço ginásio, com bastante calma, praticamente o meu ginásio é fisioterapia, que faço todos os dias, e ando de moto todos os dias”, explicou o piloto.
“Não penso no acidente. A análise ao acidente foi um processo que eu não fiz e nunca me preocupei em fazer. Achei sempre que o acidente tinha sido uma falha minha, que não pode voltar a acontecer, e depois preocupei-me em recuperar e treinar para que isso nunca mais aconteça”, disse Rodrigues.
O piloto do Lagos Team confessou ter pensado que o Dakar estava posto em causa: "Passado um mês eu ainda estava no hospital e é claro que se pensava que nunca ia fazer o Dakar 2008”.
Rodrigues acrescentou que teve “uma lesão no pé esquerdo”, que fracturou, e “naquela altura não foi colocado gesso porque tinha de andar todos os dias, devido ao problema dos pulmões”.
“Isso ficou até hoje, a lesão agravou-se, não é nada muito grave, mas incomoda. Ao fim de mais de um mês ainda estava em casa, não me podia mexer e foi complicado. Mas depois a recuperação foi rápida, comecei logo a fazer fisioterapia e natação e ao fim de pouco tempo comecei a andar de moto e recuperei muito rápido”, explicou.
Apesar da gravidade das lesões e da longa recuperação, Hélder Rodrigues mantém os objectivos para a edição 2008 da mítica prova de todo-o-terreno.
“Os objectivos são os mesmos, que é melhorar o resultado do ano passado. Tenho de trabalhar muito mais, e sei que o acidente me limitou muito, como é óbvio, porque o acidente foi há três meses e ainda não estou em forma”, admitiu.
Rodrigues disse saber que não vai ficar em forma, mas pode “aplicar outra técnica”: “Tenho de aplicar a minha técnica de condução e trabalhar mais neste tempo, para tentar fazer o meu melhor”.
“Neste momento não penso que vou fazer quinto ou sexto, o meu objectivo é o que sempre foi desde o início do ano, que é tentar melhorar o meu resultado do ano passado e, se possível, entrar no pódio. Vou trabalhar só para isso e mais nada. Depois, na corrida, logo se vê, mas o objectivo vai ser o mesmo”, afirmou.
...E Carlos Sousa ambiciona lugar no pódio
Carlos Sousa, piloto português que terminou no sétimo lugar das últimas três edições da prova rainha do todo-o-terreno, disse ter condições subir ao pódio na edição deste ano do Dakar.
Carlos Sousa considera que tem capacidade para ficar entre os três primeiros classificados, embora reconheça que não será fácil.
O piloto da Lagos Team, que estará ao volante de um Volkswagen Touarec, refere que a prova deste ano “tem mais deserto e vai ser discutida até ao último dia”.
Carlos Sousa manifestou também o seu contentamento pelo anúncio feito por João Lagos. Responsável da sua equipa e da organização do Lisboa-Dakar, pela edição do próximo ano voltar a sair da capital portuguesa.
Fonte: barlavento on-line e infordesporto
“Estou bem, neste momento já estou a treinar e já estou a tentar recuperar a minha forma. Tenho uma situação que ainda faço fisioterapia, que vou continuar até à corrida, mas de resto já está tudo a recuperar bastante bem”, garantiu o piloto, o português com melhor classificação de sempre no Dakar em motos, com o quinto lugar de 2007.
Hélder Rodrigues, que representa a Lagos Team, adiantou que, além de treinar de moto, faz ginásio e fisioterapia para preparar a participação na prova.
“Neste momento, a minha limitação é que não consigo correr. De resto faço tudo: ando de bicicleta, faço ginásio, com bastante calma, praticamente o meu ginásio é fisioterapia, que faço todos os dias, e ando de moto todos os dias”, explicou o piloto.
“Não penso no acidente. A análise ao acidente foi um processo que eu não fiz e nunca me preocupei em fazer. Achei sempre que o acidente tinha sido uma falha minha, que não pode voltar a acontecer, e depois preocupei-me em recuperar e treinar para que isso nunca mais aconteça”, disse Rodrigues.
O piloto do Lagos Team confessou ter pensado que o Dakar estava posto em causa: "Passado um mês eu ainda estava no hospital e é claro que se pensava que nunca ia fazer o Dakar 2008”.
Rodrigues acrescentou que teve “uma lesão no pé esquerdo”, que fracturou, e “naquela altura não foi colocado gesso porque tinha de andar todos os dias, devido ao problema dos pulmões”.
“Isso ficou até hoje, a lesão agravou-se, não é nada muito grave, mas incomoda. Ao fim de mais de um mês ainda estava em casa, não me podia mexer e foi complicado. Mas depois a recuperação foi rápida, comecei logo a fazer fisioterapia e natação e ao fim de pouco tempo comecei a andar de moto e recuperei muito rápido”, explicou.
Apesar da gravidade das lesões e da longa recuperação, Hélder Rodrigues mantém os objectivos para a edição 2008 da mítica prova de todo-o-terreno.
“Os objectivos são os mesmos, que é melhorar o resultado do ano passado. Tenho de trabalhar muito mais, e sei que o acidente me limitou muito, como é óbvio, porque o acidente foi há três meses e ainda não estou em forma”, admitiu.
Rodrigues disse saber que não vai ficar em forma, mas pode “aplicar outra técnica”: “Tenho de aplicar a minha técnica de condução e trabalhar mais neste tempo, para tentar fazer o meu melhor”.
“Neste momento não penso que vou fazer quinto ou sexto, o meu objectivo é o que sempre foi desde o início do ano, que é tentar melhorar o meu resultado do ano passado e, se possível, entrar no pódio. Vou trabalhar só para isso e mais nada. Depois, na corrida, logo se vê, mas o objectivo vai ser o mesmo”, afirmou.
...E Carlos Sousa ambiciona lugar no pódio
Carlos Sousa, piloto português que terminou no sétimo lugar das últimas três edições da prova rainha do todo-o-terreno, disse ter condições subir ao pódio na edição deste ano do Dakar.
Carlos Sousa considera que tem capacidade para ficar entre os três primeiros classificados, embora reconheça que não será fácil.
O piloto da Lagos Team, que estará ao volante de um Volkswagen Touarec, refere que a prova deste ano “tem mais deserto e vai ser discutida até ao último dia”.
Carlos Sousa manifestou também o seu contentamento pelo anúncio feito por João Lagos. Responsável da sua equipa e da organização do Lisboa-Dakar, pela edição do próximo ano voltar a sair da capital portuguesa.
Fonte: barlavento on-line e infordesporto
21 novembro 2007
Todas as novidades sobre o Lisboa-Dakar 2008
Lisboa vai ser local de partida também em 2009.
O anúncio foi feito, esta quarta-feira, pela Lagos Sport, parceiro português da ASO, entidade responsável pela organização da prova, na conferência de imprensa de apresentação da edição de 2008 do Lisboa-Dakar.
Com as três edições inicialmente contratualizadas a chegar ao fim, a Lagos Sport garantiu, desta forma, mais uma partida da capital portuguesa, que, só na última edição, garantiu, segundo números da ASO, um retorno de cerca de 16 milhões de euros a Lisboa.
Tal como aconteceu em anos anteriores, a Lagos Sport volta a contar, em 2009, com o apoio do Governo.
Entretanto, para a edição já de 2008, a organização anunciou uma outra novidade: o trajecto da primeira etapa, que ligará a capital portuguesa à cidade algarvia de Portimão, será totalmente novo.
Segundo foi anunciado no Centro Cultural de Belém, a etapa inaugural do próximo Lisboa-Dakar vai decorrer em terrenos do campo de tiro de Alcochete e da Companhia de Lezírias, num traçado que nada tem a ver com o da edição de 2007.
Quanto à segunda etapa e última a ser disputada em solo português, voltará a ter lugar no Algarve, em redor de Portimão.
Podem conhecer aqui, via you tube, uma primeira aproximação ao mapa da edição 2008 do Lisboa-Dakar
O Rali Lisboa-Dakar de 2008 vai passar por cinco países: além de Portugal, a maior prova todo-o-terreno do Mundo vai desfilar por Espanha, Marrocos, Mauritânia e Senegal. No total, cerca de seis mil quilómetros e 600 veículos.
A prova, a 30.ª do seu historial, foi apresentada esta quarta-feira em Belém. O Rali Lisboa-Dakar começa no dia 5 de Janeiro e termina 15 dias depois, no dia 20.
No total serão 15 etapas, das quais 5.736 quilómetros cronometados (no entanto serão percorridos 9.273 km). O dia de descanso está agendado para o dia 13, em Nuakchott, capital da Mauritânia.
O anúncio foi feito, esta quarta-feira, pela Lagos Sport, parceiro português da ASO, entidade responsável pela organização da prova, na conferência de imprensa de apresentação da edição de 2008 do Lisboa-Dakar.
Com as três edições inicialmente contratualizadas a chegar ao fim, a Lagos Sport garantiu, desta forma, mais uma partida da capital portuguesa, que, só na última edição, garantiu, segundo números da ASO, um retorno de cerca de 16 milhões de euros a Lisboa.
Tal como aconteceu em anos anteriores, a Lagos Sport volta a contar, em 2009, com o apoio do Governo.
Entretanto, para a edição já de 2008, a organização anunciou uma outra novidade: o trajecto da primeira etapa, que ligará a capital portuguesa à cidade algarvia de Portimão, será totalmente novo.
Segundo foi anunciado no Centro Cultural de Belém, a etapa inaugural do próximo Lisboa-Dakar vai decorrer em terrenos do campo de tiro de Alcochete e da Companhia de Lezírias, num traçado que nada tem a ver com o da edição de 2007.
Quanto à segunda etapa e última a ser disputada em solo português, voltará a ter lugar no Algarve, em redor de Portimão.
Podem conhecer aqui, via you tube, uma primeira aproximação ao mapa da edição 2008 do Lisboa-Dakar
O Rali Lisboa-Dakar de 2008 vai passar por cinco países: além de Portugal, a maior prova todo-o-terreno do Mundo vai desfilar por Espanha, Marrocos, Mauritânia e Senegal. No total, cerca de seis mil quilómetros e 600 veículos.
A prova, a 30.ª do seu historial, foi apresentada esta quarta-feira em Belém. O Rali Lisboa-Dakar começa no dia 5 de Janeiro e termina 15 dias depois, no dia 20.
No total serão 15 etapas, das quais 5.736 quilómetros cronometados (no entanto serão percorridos 9.273 km). O dia de descanso está agendado para o dia 13, em Nuakchott, capital da Mauritânia.
Até ao momento há 245 motos, 20 quads, 205 carros e 100 camiões inscritos. Pode consultar a lista de inscritos aqui.
As verificações administrativas, técnicas e documentais decorrerão entre os dias 2 e 4 de Janeiro, como habitualmente no Centro Cultural de Belém, tal como podem confirmar pelo quadro infra.
Primeira etapa será em Samora Correia
O jornal O Mirante adianta ainda o seguinte quanto à primeira etapa:
A primeira etapa do Rali Lisboa Dakar 2008, a realizar no dia 5 de Janeiro de 2008 vai ter duas classificativas especiais na freguesia de Samora Correia (Benavente) e haverá zonas de espectáculo em Braço de Prata, Arneiro Pereiro, Catapereiro e no Campo de Tiro de Alcochete.
A confirmação foi avançada pelo presidente da Câmara Municipal de Benavente que anunciou um investimento máximo de 30 mil euros por parte do município para garantir a passagem do maior rali do mundo pelo seu concelho.
Em Samora Correia, os pilotos das motos, carros, jipes e camiões vão percorrer cerca de 50 quilómetros em terra batida num ambiente de charneca onde abunda o montado de sobro. A Câmara de Benavente já está a contratar as máquinas que irão reparar os caminhos na propriedade da Companhia das Lezírias e do Ministério da Defesa em função das exigências da organização.
Para os menos familiarizados com o linguajar da prova aqui fica também um útil léxico:
Etapa - A prova consiste em ligar duas cidades. Compreende uma especial e um ou dois trajectos de ligação, dependendo dos dias.
Especial - Igualmente chamada de sector cronometrado. É uma parte da etapa, efectuada ou não com pistas definidas, na qual os concorrentes são cronometrados entre dois locais. O tempo efectuado neste percurso serve para estabelecer a classificação.
Ligação - É a parte da prova, geralmente percorrida em estrada, usada ou para ligar o início da etapa ao início da especial, ou o fim desta até ao acampamento. Não é cronometrada, mas existe um tempo limite imposto aos concorrentes para a percorrem.
Bivouac - Ponto de encontro dos concorrentes ou da assistência, da organização, da imprensa, etc. Está sempre localizado num aeroporto, mesmo que improvisado.
A navegação - Contrariamente ao WRC, onde os itinerários estão sinalizados ou balizados, a modalidade do rali-raid obriga os concorrentes a orientarem-se para encontrar os diferentes CPs e CHs. Os pilotos recebem um road-book, que lhes é entregue à chegada no dia anterior, em cada bivouac.
Road-book - É o documento que contém as indicações de direcção, percurso a ser seguido, perigos a evitar e distâncias a percorrer. Os concorrentes podem “reajustar” o road-book graças ao trip master.
GPS - Reduzido à função de bússola, pode ser desbloqueado (com penalização), isto é, revelar informações adicionais de orientação, caso um concorrente esteja perdido. Serve igualmente como “informador” sobre a velocidade dos concorrentes nas etapas.
Iritrack - Sistema de transmissão de dados via satélite, um equipamento obrigatório em todos os veículos. Permite ao concorrente comunicar com a direcção de prova em caso de perigo e à organização saber a posição exacta dos concorrentes em tempo real.
Controlo de Passagem (CP) - São pontos de passagem obrigatória para os concorrentes, estando dispostos ao longo da especial. Aqui os pilotos confirmam ter estado no local através de um carimbo no seu cartão de controlo.
Controlos horários (CH) - Estão colocados nas partidas e nas chegadas das ligações e especiais.
Classificações
Scratch - É a classificação estabelecida a partir do tempo bruto realizado por cada concorrente na especial
Etapa - É a classificação estabelecida após o cálculo das eventuais penalizações decididas pelos comissários de prova, de acordo com o regulamento
Geral - É a classificação estabelecida após a soma dos tempos de cada etapa disputada
Partidas - Todos os dias, as motos, depois os automóveis e por fim os camiões partem pela ordem da classificação Scratch do dia anterior. Mas esta regra tem algumas excepções.
Fonte: DD, AutoHoje e sitio oficial
Robby Gordon na Baja 1000 2007
20 novembro 2007
Recordando a passagem do Rali em 2007 por Portugal…
…na esperança que na edição de 2008 o público compreenda o seu papel na prova e assegure a visita do mítico Dakar por muitos e bons anos no nosso país. Ou por outras palavras, por amor a Deus (já que parece que alguns não têm amor próprio) portem-se bem, porra; não se ponham à frente dos veículos nem sequer em locais onde eles possam ir ter convosco em caso despiste. O Dakar é uma prova desportiva não é um passeio TT!
Erro lamentável ou ignorância?
Acabei de enviar a seguinte mensagem por correio electronico para a redacção do infordesporto.pt:
Como é possível que nesta (link) noticia do popular infordesporto.pt se leia que Colin McRae irá estar à partida do próximo Lisboa-Dakar se o mítico piloto escocês encontrou a morte recentemente aos comandos do seu helicóptero como se pode ler por exemplo aqui (link)?
Por certo, todos os vossos leitores merecem um pedido de desculpas e rápida correcção do erro.
Com os melhores cumprimentos
Como é possível que nesta (link) noticia do popular infordesporto.pt se leia que Colin McRae irá estar à partida do próximo Lisboa-Dakar se o mítico piloto escocês encontrou a morte recentemente aos comandos do seu helicóptero como se pode ler por exemplo aqui (link)?
Por certo, todos os vossos leitores merecem um pedido de desculpas e rápida correcção do erro.
Com os melhores cumprimentos
Novo recorde de equipas portuguesas
Portugal irá bater um novo recorde de pilotos lusos que se vão apresentar na partida da 30ª edição do Lisboa-Dakar, depois das 27 equipas de 2006 e das 30 de 2007. A lista definitiva será revelada brevemente pela Amaury Sport Organization.
A maior diferença para os anos anteriores verifica-se nas motos, onde os motards do Lagos Team, Hélder Rodrigues e Ruben Faria, encabeçam uma lista de 13 confirmados (mais quatro que em 2007).
No sector automóvel, a representação lusa conta com mais uma dupla para um total de 17 equipas. Francisco Pita, presidente da Federação Portuguesa de Jetski, era o nome que faltava confirmar na equipa da Padock Competições, que conta nada mais nada menos com seis carros, com principal destaque para Adélio Machado.
Carlos Sousa, Miguel Barbosa, Pedro Grancha, Paulo Marques (o recordista de presenças), Ricardo Leal dos Santos e os irmãos Nuno e Francisco Inocêncio voltam a marcar presença em mais uma edição da prova.
Nos quads, João Nazaré volta a participar, e Alexandre Oliveira vai fazer a sua estreia na competição.
A única representante nos camiões volta a ser a piloto Elisabete Jacinto.
Por confirmar está a estreia de Tiago Monteiro, ao volante do buggy monolugar do Team SMG de Philippe Gache, que ainda está dependente de um possível regresso ao Mundial de F1 na próxima temporada.
A partida de Lisboa, em frente ao Mosteiro dos Jerónimos, será no próximo dia 5 de Janeiro, e contará com um total de 242 motos, 23 quads, 211 automóveis e 100 camiões que totalizam 516 equipas, menos 9 equipas que na última edição.
Os portugueses:
Motos (13)
Hélder Rodrigues
Ruben Faria
Pedro Bianchi Prata
Paulo Gonçalves
Pedro Oliveira
Fernando Ferreira
Nuno Mateus
Ricardo Pina
João Rolo
Nuno Santos
Paulo Cardoso
Luís Ferreira
João Rosa
Quads (2)
João Nazaré
Alexandre Oliveira
Auto (17)
Carlos Sousa
Miguel Barbosa
Pedro Grancha
Francisco Inocêncio
Nuno Inocêncio
António Baião
Helder Oliveira
Adélio Machado
Céu Pires de Lima
Luís Pimentel
Nuno Pereira
Francisco Pita
Ricardo Leal dos Santos
Paulo Marques
Lino Carapeta
Rodrigo Amaral
José Pereira
Camião (1)
Elisabete Jacinto
Fonte: infordesporto.pt
A maior diferença para os anos anteriores verifica-se nas motos, onde os motards do Lagos Team, Hélder Rodrigues e Ruben Faria, encabeçam uma lista de 13 confirmados (mais quatro que em 2007).
No sector automóvel, a representação lusa conta com mais uma dupla para um total de 17 equipas. Francisco Pita, presidente da Federação Portuguesa de Jetski, era o nome que faltava confirmar na equipa da Padock Competições, que conta nada mais nada menos com seis carros, com principal destaque para Adélio Machado.
Carlos Sousa, Miguel Barbosa, Pedro Grancha, Paulo Marques (o recordista de presenças), Ricardo Leal dos Santos e os irmãos Nuno e Francisco Inocêncio voltam a marcar presença em mais uma edição da prova.
Nos quads, João Nazaré volta a participar, e Alexandre Oliveira vai fazer a sua estreia na competição.
A única representante nos camiões volta a ser a piloto Elisabete Jacinto.
Por confirmar está a estreia de Tiago Monteiro, ao volante do buggy monolugar do Team SMG de Philippe Gache, que ainda está dependente de um possível regresso ao Mundial de F1 na próxima temporada.
A partida de Lisboa, em frente ao Mosteiro dos Jerónimos, será no próximo dia 5 de Janeiro, e contará com um total de 242 motos, 23 quads, 211 automóveis e 100 camiões que totalizam 516 equipas, menos 9 equipas que na última edição.
Os portugueses:
Motos (13)
Hélder Rodrigues
Ruben Faria
Pedro Bianchi Prata
Paulo Gonçalves
Pedro Oliveira
Fernando Ferreira
Nuno Mateus
Ricardo Pina
João Rolo
Nuno Santos
Paulo Cardoso
Luís Ferreira
João Rosa
Quads (2)
João Nazaré
Alexandre Oliveira
Auto (17)
Carlos Sousa
Miguel Barbosa
Pedro Grancha
Francisco Inocêncio
Nuno Inocêncio
António Baião
Helder Oliveira
Adélio Machado
Céu Pires de Lima
Luís Pimentel
Nuno Pereira
Francisco Pita
Ricardo Leal dos Santos
Paulo Marques
Lino Carapeta
Rodrigo Amaral
José Pereira
Camião (1)
Elisabete Jacinto
Fonte: infordesporto.pt
13 novembro 2007
Verdade ou consequência?
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