13 novembro 2007

Baja 1000: Robby Gordon busca nova vitória

Robby Gordon returns to Ensenada, Mexico with one thing on his mind - looking to repeat the performance from last year's Baja 1000. 2006 marked Gordon's third Baja 1000 victory of his prestigious off road career.

Gordon once again will dismiss the logistical challenges of racing multiple races in various locations. After the completion of the NASCAR Nextel Cup race in Phoenix on Sunday and before heading to Homestead, Miami for NASCAR's season finale, Gordon and crew will head to Ensenada for Tuesday's running of the 40th Baja 1000, a 1296 mile event through the rugged terrain of Mexico.

On Tuesday morning, Robby Gordon and co-driver Gregg Till will start from fourth place in the Monster Energy / Toyo Tires Trophy Truck in Ensenada. As the course progresses through the Mexico, Gordon will turn the truck over to Dale Ebberts in Catavina - about 400 miles into the race. Ebberts will race his way to San Ignatio, which is about 695 miles into the race. At this point, Gordon will return the helm of the Monster Energy / Toyo Tires trophy truck and continue to the finish line in Cabo San Lucas.

Every year the competition in Baja gets tougher and teams look for every advantage they can get. This year Gordon's NASCAR Nextel Cup team is kicking in with almost the entire road team attending. The over the wall crew will be adding a new activity to their resumes - changing tires on the trophy truck at various locations on the course. "We're starting fourth, and I'm hoping to pass some guys in the pits and get an early lead," explained Gordon on his decision to utilize his NASCAR NEXTEL Cup crew.



The almost 1300 mile race will take the better part of 20 hours to complete. This year Jim Beam has teamed up with Robby Gordon Off-Road to provide live updates via Twitter. Twitter is a mobile micro blogging service that will allow the team to text message updates from satellite phone. Fans can sign up and have the updates sent directly to their mobile phones for free (please note that standard service plan charges still apply).

The vast terrain in Baja makes it difficult to get video footage of the race. This year Robby Gordon Motorsports is enlisting the help of fans and chasers on the course by sponsoring a video contest. The prize pack will include a set of Robby Gordon Off-Road Wheels, a set of Toyo Open Country Tires, an autographed Jim Beam die-cast, seven cases of Monster Energy and some exclusive Monster Energy apparel. For more informations visit robbygordon.com.


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Francisco Pita já veste as cores da Padock

A Padock Competições anuncia a chegada do sexto piloto que vai ocupar a vaga do sexto carro para o Lisboa Dakar. Francisco Pita e Humberto Gonçalves, piloto e cô-piloto, respectivamente são as mais recentes "afirmações" da estrutura da Padock. A seriedade e o profissionalismo com que os seus responsáveis encaram a competição têm atraído as atenções de inúmeros interessados em fazer parte da "família" de uma estrutura jovem e solidificada com os excelentes resultados alcançados ao longo deste ano de actividade, fortalecida com a excelente relação com a Toyota France.

Depois de grandes nomes da modalidade se associarem à Padock Competições, vêem agora juntar-se mais um "Homem" do desporto motorizado nacional. Francisco Pita vai, pela primeira vez disputar a mítica prova africana, que dá pelo nome de Dakar. A seu lado, o homem forte do Jetski nacional levará o "amigo" Humberto Gonçalves (Beto), conduzindo um dos seis Toyota Land Cruiser do agrupamento T2 da Padock Competições.

O piloto de Sintra teve a oportunidade de conhecer a estrutura sedeada em Famalicão, ficando com excelentes impressões: "Muito impressionado! com o excelente profissionalismo com que encaram a competição e como recebem as pessoas. Pela primeira impressão, este foi o primeiro de muitos futuros contactos. Primeiro será o Dakar, uma novidade para mim, um desafio, uma aventura. O elevado grau de profissionalismo dos responsáveis da Padock, a minha força de vontade e com a colaboração da Toyota France, será possível atingir a meta no Lago Rasa em Dakar", começou por dizer de forma lisonjeira, Francisco Pita.

O reconhecido director desportivo irá ter um primeiro contacto ao volante do carro da marca nipónica no decorrer das 24 horas de Fronteira, ocupando um dos lugares num dos quatro Toyota que a Padock levará até Portalegre: "Será importante ter um primeiro contacto com o carro, mesmo não sendo o que irei guiar no Dakar. Ganhar entrosamento com a equipa e ganhar ritmo competitivo, já lá vão mais de 25 anos sem competir ao volante de um carro de ralis ou todo terreno", concluiu esperançado num bom regresso ao "circo" dos pilotos, Francisco Pita.

Cinquenta dias separam a partida de Lisboa para mais uma grande maratona africana, com a Padock Competições e a Toyota France a preencherem todas as vagas disponíveis na estrutura conjunta luso-francesa. Céu Pires de Lima, Adélio Machado, Helder Oliveira/Francisco Esperto, Luís Pimentel, Nuno Pereira e agora, Francisco Pita/Humberto Gomes (Beto), são mensageiros das cores de Portugal até Dakar.


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09 novembro 2007

Paulo Gonçalves foi 2º na última etapa do Rali Shamrock

Paulo Gonçalves terminou a sua participação do Rali Shamrock com um 2º lugar, resultado obtido na etapa final com 190 km de especial cronometrada, que hoje teve lugar no Sul de Marrocos.

O piloto da Repsol Honda partiu para esta etapa com vontade de vencer pela terceira vez neste rali e de tentar ascender ao lugar mais baixo do pódio na classificação geral. A partida foi diferente do habitual, juntando 14 pilotos em simultâneo que arrancavam em direcção às dunas. Paulo Gonçalves saiu no primeiro grupo e juntamente com o líder da classificação, o francês David Fretigne, cedo se isolou no comando da corrida.

«A partida foi gira, com muitas motos a rodarem ao mesmo tempo. Depois eu e o David Fretigne andámos sozinhos durante toda a etapa. Perto do final ele optou por um caminho e eu por outro, mas ele fez a melhor opção e ganhou-me com cerca de um minuto e meio de diferença. Fui 2º o que é um bom resultado para terminar a prova. Só tenho pena de não ter conseguido garantir o lugar mais baixo do pódio na classificação geral. Ao longo do rali recuperei mais de duas horas, que havia perdido na segunda etapa, mas faltaram-me escassos cinco minutos para subir ao pódio», declarou o piloto de Esposende.

Mas o balanço desta participação é altamente positivo. Os principais objectivos de Paulo Gonçalves e da sua equipa foram atingidos: «O mais importante era treinar a navegação e desenvolver a Honda CRF 450. Isso foi conseguido em pleno. Aprendi muito de navegação no deserto, principalmente com o erro que cometi na segunda etapa. A partir daí mudei de atitude e tudo passou a correr muito melhor. Venci duas etapas e fui sempre um dos mais rápidos em prova».

“Speedy” está assim muito confiante para a sua terceira participação no Lisboa-Dakar. No próximo mês de Janeiro o piloto da Repsol Honda pretende ser um dos melhores na grande aventura africana: «Estou muito confiante para o Lisboa-Dakar. Os meus objectivos são credíveis e correndo tudo bem sei que posso estar entre os melhores. A minha intenção é vencer a classe 450 e terminar entre os dez primeiros da geral. Estou preparado para o desafio. Gostaria ainda de agradecer à minha equipa, a Repsol Honda, à Cidade de Esposende, que este ano aposta muito em mim, e aos restantes patrocinadores, CrossPro, Hebo, RaceTech, Galfer e Laco Sport. E claro à Moto Garrano e ao meu mecânico Filipe, pelo excelente trabalho feito», concluiu Paulo Gonçalves.

Segue-se o regresso a Portugal e a continuação da preparação para o Lisboa-Dakar, nomeadamente ao nível físico e de treino em moto.

08 novembro 2007

Mais uma vitória de Paulo Gonçalves em Marrocos

Paulo Gonçalves venceu hoje de forma categórica a quinta etapa do Rali Shamrock. O piloto da Repsol Honda conquistou assim o segundo triunfo na prova que tem lugar no Sul de Marrocos e que terminará amanhã em Laayoune.

A preparação de Paulo Gonçalves para o próximo Lisboa-Dakar continua a correr muito bem. Foi mais um dia perfeito em que o piloto de Esposende se destacou dos seus adversários, tanto no andamento como na navegação. “Speedy” venceu a penúltima etapa com 16 minutos de vantagem sobre o francês David Fretigne e 18 minutos sobre o holandês Henk Knuiman.

«Mais uma vez demorei pouco a chegar à frente da corrida. Por volta do km 20 já estava em 1º e a partir dai andei sempre sozinho. Foram mais de 350 km de navegação com muitas viragens. O percurso era complicado porque não havia pistas, mas viam-se por todos os lados e em todas as direcções rodados de pneus. É preciso manter a calma e a concentração para não cometer erros e eu consegui isso. Isto deixa-me muito confiante para o Lisboa-Dakar», afirmou o piloto da Hebo.

Recorde-se que Paulo Gonçalves perdeu mais de duas horas na segunda etapa, comprometendo assim a luta pela vitória na classificação geral do Rali Shamrock. No entanto venceu depois a terceira etapa, foi 3º na quarta e hoje voltou a triunfar. Desta forma o piloto do Team Repsol Honda tem recuperado várias posições. Ontem já era 4º e hoje deverá ascender ao 3º lugar da geral.

«Estou muito satisfeito com a minha prestação neste Rali Shamrock, principalmente pelo que tenho aprendido ao nível da navegação. Por outro lado a Honda CRF 450 tem estado sempre impecável e os testes que temos feito são muito positivos. Conseguir vencer duas etapas também é muito bom e é um prémio que a Repsol Honda e os meus patrocinadores merecem».

Amanhã realiza-se a sexta e última etapa. Para a despedida os pilotos voltam às dunas, cumprindo uma especial cronometrada de 190 km. Paulo Gonçalves espera fechar com chave de ouro esta sua primeira participação no Rali Shamrock e depois continuará o trabalho de preparação para o Lisboa-Dakar.

07 novembro 2007

Mais um dia forte de Paulo Gonçalves com o 3º lugar na etapa

Paulo Gonçalves teve mais um dia forte no Rali Shamrock (Marrocos). A quarta etapa foi curta, mas dura, exigindo muito das motos e dos pilotos. O piloto da Repsol Honda disputou a vitória até ao fim, terminando o dia em 3º, a pouca distância do vencedor, o francês David Fretigne.

O piloto CrossPro foi o primeiro a sair para o percurso, por ter sido o vencedor da etapa de ontem: «Hoje fiz a primeira volta sempre sozinho num percurso que era todo em dunas e que exigia pura navegação. Foi muito bom porque nunca me perdi. Já aprendi mais nesta prova de navegação e utilização do “road-boak” do que em duas edições do Dakar», afirmou Paulo Gonçalves.

Na segunda volta ao percurso de 99 km “Speedy” Gonçalves aumentou o ritmo e já próximo do final, rodando em conjunto com David Fretigne, sofreu um “atascanso” que lhe custou algum tempo: «Quase no fim fiquei preso numa duna e ainda demorei uns minutos a conseguir sair. De qualquer forma terminei a etapa em 3º e aguardo os resultados finais para ver se subi ao 4º lugar da classificação geral. Amanhã voltamos ao piso duro e vou tentar mais uma vitória. A Honda CRF 450 continua em grande forma, tal como todo o equipamento que nela está montado».

A quinta etapa será uma das mais longas, com 374 km de especial cronometrada. Paulo Gonçalves vai ainda tentar recuperar algum do tempo perdido na segunda etapa, de forma a lutar pelo pódio final desta 10ª edição do Rali Shamrock. O piloto de Esposende continua assim em grande forma na preparação para o próximo Lisboa-Dakar, onde pretende obter o melhor resultado de sempre.

06 novembro 2007

Vitória de Paulo Gonçalves na terceira etapa do Rali Shamrock

Paulo Gonçalves venceu hoje a terceira etapa do Rali Shamrock, prova de preparação para o Lisboa-Dakar que se realiza no Sul de Marrocos. Depois dos azares vividos nas duas etapas anteriores, o piloto da Repsol Honda teve um dia perfeito e liderou sempre durante os 380 km de especial cronometrada.

Mesmo com um pequeno deslize de navegação, Paulo Gonçalves não deu hipóteses aos seus adversários, terminando a etapa com mais de 13 minutos de vantagem sobre o holandês Henk Knuiman. O francês David Fretigne foi o 3º melhor do dia e mantém o comando da classificação geral.

O piloto da Cidade de Esposende não escondia o seu contentamento no final da etapa: «Foi um dia perfeito. Logo nos primeiros quilómetros passei para a frente, conseguindo rolar sempre muito rápido, ao mesmo tempo que conseguia navegar de forma correcta. Ainda me perdi por volta do km 70, mas apercebi-me logo do erro e não perdi tempo significativo. A etapa foi difícil porque exigiu muita navegação, o percurso era em piso duro mas sempre fora das pistas. Estou muito contente porque não só venci a etapa, como estou cada vez melhor na navegação e isso é muito importante para a minha evolução».

Ontem Paulo Gonçalves havia perdido mais de duas horas, depois de um erro de navegação que lhe custou a vitória na etapa. Tendo descido ao 9º lugar da classificação deverá agora regressar aos lugares da frente, mas a classificação geral não foi ainda divulgada pela organização.

Amanhã os pilotos voltam à areia para uma etapa mais pequena, mas que se prevê muito difícil: «A etapa de amanhã tem apenas 198 km cronometrados, mas realiza-se sempre em areia. Para além da navegação vai ser muito importante a condição física, pois deverá haver muitos “atascansos” e algumas quedas. De qualquer forma estou tranquilo e confiante, a Honda CRF 450 continua impecável e está a provar ser uma moto muito rápida e fiável. Quero continuar o trabalho de evolução da moto e de aprendizagem da navegação, mas vou dar o máximo para voltar a vencer» comentou “Speedy” Gonçalves.

Faltam ainda quatro etapas até ao final desta 10ª edição do Rali Shamrock e Paulo Gonçalves já mostrou que é o principal candidato ao triunfo.

Leal dos Santos começou preparação

A preparar-se para mais uma participação, a solo, na mais mítica prova de todo-o-terreno a nível mundial, o português Ricardo Leal dos Santos já começou a adaptação ao carro com que vai encarar a edição de 2008 do Rali Lisboa-Dakar, um Mitsubishi Pajero 3.5 V6 a gasolina. Os primeiros testes decorreram já no deserto do Sahara.
Depois de, em 2007, ter disputado o rali ao volante de um Pajero a diesel, o piloto da Pioneer Solo Desert Team procura agora adaptar-se à nova versão a gasolina e a um motor que «necessita de mais rotação para arrancar», o que também «faz com que as rodas patinem mais…».

Acima de tudo, é preciso «tentar encontrar um equilíbrio entre estes dois Factores», explica Leal dos Santos, após um dia em que «dedicámo-nos a testar a forma de melhor reagir numa situação de “atascanso”.».

«Sabíamos que iríamos encontrar dificuldades adicionais e não nos enganámos.», reconheceu o piloto, que nos testes deste fim-de-semana, realizados no testes no Sahara, aproveitou ainda para experimentar algumas alterações mecânicas no Pajero, como uma maior altura ao solo e a montagem de um diferencial autoblocante.


Fonte: DD

05 novembro 2007

Paulo Gonçalves perdeu vitória a 30 km do final da etapa

A segunda etapa do Rali Shamrock levou os pilotos às dunas do Sul de Marrocos. Paulo Gonçalves liderou 390 km dos 420 da especial cronometrada, até um erro de navegação o deixar perdido durante duas horas.

O piloto da Repsol Honda começou o dia com um andamento forte e rapidamente ultrapassou os pilotos que o precederam na partida. Durante centenas de quilómetros foi ganhando tempo aos adversários, conseguindo navegar de forma perfeita. Já próximo do final, e numa zona de muitas dunas, tomou uma opção errada que o afastou bastante da rota correcta. Paulo Gonçalves demorou duas horas a reencontrar o caminho certo e o que poderia ter sido a sua primeira vitória acabou por ser a 9ª posição.

Mas o piloto CrossPro aprendeu muito hoje: «Foi pena ter-me perdido, pois poderia ter ganho a etapa e subido ao 2º lugar da geral. No entanto estou muito satisfeito com o dia de hoje, pois apesar de ter cometido um erro de navegação, durante quase 400 km orientei-me muito bem e aprendi muito, o que é um dos meus principais objectivos com vista à preparação do Lisboa-Dakar», afirmou Paulo Gonçalves.

A classificação poderá baixar ainda mais porque, enquanto perdido, o piloto falhou um ponto de passagem obrigatória, o que deverá implicar uma penalização em tempo. Mesmo assim nada está perdido: «Ainda teremos mais cinco etapas, por isso quero continuar a evoluir e num dia sem problemas sei que posso vencer. Os testes com a Honda CRF 450 estão a correr muito bem. A moto está melhor que nunca e o meu mecânico está a fazer um excelente trabalho».

Com o azar de Paulo Gonçalves o francês David Fretigne aproveitou para bisar a vitória de ontem e cimentar a liderança entre as motos. Amanhã a terceira etapa voltará a apresentar um percurso de piso duro e rochoso. Serão 360 km de especial cronometrada, onde o piloto de Esposende pretende voltar a rodar entre os melhores.

Paulo Gonçalves foi 4º na primeira etapa do Rali Shamrock

Depois do 3º lugar obtido no Prólogo, Paulo Gonçalves terminou a primeira etapa do Rali Shamrock na 4ª posição, mesmo depois de se ter perdido durante a primeira volta, o que custou 40 minutos de atraso ao piloto da Repsol Honda.

Mesmo assim Paulo Gonçalves recuperou muito do tempo perdido e foi o mais rápido durante a segunda volta ao percurso de 132 km, que os pilotos percorreram duas vezes, num total de 264 km de especial cronometrada.

«Comecei a etapa muito bem. Fui o 3º a partir e ao fim de 18 km apanhei os dois pilotos que tinham saído antes de mim. Fiquei eu a abrir o percurso e infelizmente alguns quilómetros depois perdi-me. Demorei 40 minutos a voltar à pista certa e nessa altura já estavam a passar os quads. Apanhei muito pó mas fui recuperando lugares. Quando iniciámos a segunda volta imprimi um andamento rápido e consegui ser o 1º. Com o somatório dos tempos das duas voltas terminei a etapa no 4º lugar», comentou Paulo Gonçalves.

Apesar do azar na primeira volta o piloto de Esposende mostrou que é mesmo um dos mais rápidos nesta prova marroquina e que vai lutar pela vitória: «Tenho já algum tempo de diferença para o líder da classificação, mas a prova ainda está a começar. Segunda-feira temos uma etapa bem mais longa e como estou em perfeita sintonia com a minha Honda CRF 450 espero ser um dos mais rápidos e ganhar lugares».

A vitória nesta etapa pertenceu ao francês David Fretigne, que é também um dos principais candidatos ao triunfo nesta décima edição do Rali Shamrock. O holandês Henk Knuiman foi 2º e o francês Duong N’Guyen foi o 3º do dia. Estes pilotos ocupam as mesmas posições na classificação geral, logo seguidos por Paulo Gonçalves.

Depois do terreno duro e pedregoso, a segunda etapa será marcada pelas dunas, que constituem a maior parte dos 210 Km a serem percorridos duas vezes, perfazendo um total de 420 Km de especial cronometrada. A navegação será ainda mais importante na etapa de amanhã.

04 novembro 2007

UAE Desert Challenge 2007 resultados finais

Na passada Sexta-feira, dia 02/11, foi realizada a 5ª e última etapa do UAE Desert Challenge, mais conhecido como Rally de Dubai. No ultimo dia foram percorridos 555 quilômetros totais, tendo duas especiais: a quinta especial com 123 quilômetros e a sexta especial com 163 quilômetros. O percurso total teve 2.210 quilômetros, sendo 1507 quilômetros de trechos contra o relógio.

Nas motos o espanhol Marc Coma, que corre pela equipe de fábrica da KTM e já havia garantido o título do Campeonato Mundial de Rally Cross Country, foi o grande vencedor da prova, resultado que quebra o domínio do Francês Cyril Despres, que tinha quatro vitórias em Dubai.

Na ultima etapa Coma também foi o vencedor, com o francês Cyril Despres, também da equipe de fábrica da KTM, ficando com a segunda colocação, mesma posição na geral após 5 etapas. O norueguês Pal Ullevalseter (KTM 690) foi o terceiro, também ficando com a mesma posição na geral.

Coma estava muito feliz com mais esta vitória. "A prova não foi fácil. Foi muito bom ter uma disputa bastante acirrada com Cyril e Pal. Hoje me dediquei a alcançar Cyril. Quando passei a sua frente, tive de me concentrar porque um erro poderia por tudo a perder", declarou Coma. Despres disse: "Eu não vim aqui para ser segundo, mas foi minha primeira corrida no deserto desde o Dakar em Janeiro".

Ullevalseter, que como Despres, já tem um título mundial, disse: "Hoje não senti tanto calor. Eu estou muito feliz com a performance da minha moto. A prova foi um teste com muito sucesso para mim".

A dupla francesa da Mitsubishi, Stéphane Peterhansel/Jean Paul Cottret, conquistou a vitória no Rally de Dubai, enquanto o título da Taça do Mundo de Rally Cross Country ficou com a dupla da Volkswagen, o espanhol Carlos Sainz e o francês Michel Perin.

No início do dia a equipe da BMW, formada pelo piloto do Qatar Nasser Al Attiyah e a sueca Tina Toerner, lutavam pela segunda posição na prova. Eles partiram para cima do Touareg de Sainz, e venceriam a etapa, não fosse o aparecimento de um problema elétrico, quando faltavam apenas 20 quilômetros para o final da sexta e última especial. Eles não completaram a etapa, e abriram a oportunidade para a dupla da Volkswagen, o sul-africano Giniel de Villiers ao lado do alemão Dirk von Zitzewitz, conquistar a primeira posição. A dupla campeã, Peterhansel/Cottret, teve como estratégia controlar os seus maiores adversários, Sainz/Perin, e ficaram com a segunda e terceira colocações respectivamente, na etapa.

Peterhansel estava bastante satisfeito com o resultado, seu quarto título na prova. "A nossa estratégia foi não assumir grandes riscos antes do Dakar, nos primeiros dias não andamos tão rápido com Nasser, Sainz e Alphand, mas eles tiveram problemas e nós vencemos", disse o piloto.

Sainz também comemorou bastante o título mundial. "É muito bom vencer a Copa do Mundo. É importante para mim e este rali é um ótimo treino para o Dakar", declarou Sainz que já foi Campeão Mundial de Rally, na categoria WRC, nos anos de 1990 e 1992.

O brasileiro Paulo Nobre e o português Filipe Palmeiro, de BMW X3CC, recuperaram dos maus resultados das primeiras etapas, terminaram o dia no quinto posto, fechando a prova na 11ª posição após 5 etapas.

Classificação final após cinco etapas - Motos:

1. Marc Coma (KTM) – 18:54:13
2. Cyril Despres (KTM) – 18:59:19
3. Pal Ullevalseter (KTM) – 19:03:46

Classificação final após cinco etapas - Carros:

1. Stéphane Peterhansel/Jean Paul Cottret (Mitsubishi) – 17:26:36
2. Carlos Sainz/Michel Perin (Volkswagen) – 17:38:32
3. Giniel De Villiers/Dirk Von Zitzewitz (Volkswagen) – 17:55:11


Fonte: adaptado daqui

Paulo Gonçalves iniciou o Rali Shamrock com um 3º lugar

Começou ontem no Sul de Marrocos a 10ª edição do Rali Shamrock. Este primeiro dia de competição contou com um prólogo de 11 km, onde o piloto da Repsol Honda Paulo Gonçalves obteve o 3º lugar.

Sendo ainda um aperitivo para os próximos dias de verdadeira competição, o prólogo realizou-se próximo da cidade de Layounne e contou com cerca de meia centena de pilotos em moto.

A vitória pertenceu ao holandês Teus Visser, também em Honda, enquanto “Speedy” Gonçalves rodou com alguma cautela e acabou por ficar surpreendido com o 3º lugar obtido: «O prólogo tinha um percurso um pouco perigoso, com várias armadilhas que não estavam assinaladas no “road-book”. Optei por um andamento cauteloso, mas mesmo assim fui o 3º mais rápido, o que me surpreendeu bastante», afirmou Paulo Gonçalves no final do dia.

Hoje realiza-se a primeira etapa que terá um total de 264 Km de especial cronometrada e 104 Km de ligação. Paulo Gonçalves já preparou o “road-book” e ficou com uma ideia do que irá encontrar: «A especial desenrola-se em pisos duros e com muitas pedras, teremos ainda um primeiro contacto com dunas. Haverá zonas com muitos caminhos paralelos, por isso a navegação vai ser muito importante. A minha Honda CRF 450 está óptima, por isso só tenho que me preocupar em manter um andamento rápido e constante, tentando não me perder. O facto de saírem dois pilotos à minha frente é bom porque assim não serei eu a lebre».

O piloto da cidade de Esposende encara assim de forma tranquila a primeira etapa e mantém o objectivo de lutar pelos lugares da frente.

02 novembro 2007

A má sorte de Ruben

Uma sucessão de problemas técnicos, têm afastado a possibilidade de Ruben Faria terminar num lugar destacado o UAE Desert Challenge, no Dubai. Hoje [nr: ontem] o piloto perdeu dois lugares na classificação geral, terminando mais uma etapa muito difícil com problemas na suspensão, que provocaram ao piloto do Lagos Team, nada mais do que quatro quedas, felizmente sem consequências para a integridade física do piloto. O piloto algarvio ocupa a terceira posição da categoria Produção.

"Tem sido difícil para nós, porque cada dia surge um novo problema," explicou Ruben Faria, prosseguindo: "Hoje senti graves problemas e aguentar-me em cima da moto foi complicadíssimo. Em quatro ocasiões não consegui reagir e fui ao chão. O amortecedor traseiro aqueceu demasiado, e a partir dessa altura para a frente foi impossível andar depressa. A única coisa que me motiva é que estes problemas de juventude da KTM estão a acontecer agora, e podem ser resolvidos para não se repetirem nas primeiras etapas do Rally Lisboa/Dakar."

O mecânico do Lagos Team vai tentar que lhe seja cedido por outro piloto ou equipa um novo amortecedor, mas se tal não for possível, a peça que hoje deu problemas vai ser totalmente desmontada, e levará um novo óleo para ver se neste capítulo tudo fica resolvido, para que o Ruben consiga ter as últimas etapas sem problemas e goze mais a corrida.

Ruben acrescentou: "Além das quedas me molestarem um bocado, perde-se sempre algum tempo e concentração, e no meu caso desci para o nono lugar", teoricamente sem ameaças dos que vêm imediatamente atrás e agora a 1m37s. do oitavo, o britânico Steve Blackney.


Fonte

01 novembro 2007

Universidade de Aveiro apresenta mota desenvolvida para o Lisboa-Dakar

Desenvolver um projecto tecnológico conducente à optimização estrutural e ao aumento de performance, autonomia e fiabilidade de uma moto para participar na mais importante prova do todo-o-terreno, foi o desafio lançado à Universidade de Aveiro (UA) pelo piloto Pedro Oliveira ( que vai participar no Lisboa – Dakar) e respectivo staff no início deste ano. O veículo será apresentado amanhã, 2 de Novembro, às 16h30, no edifício da Reitoria da UA.

Este projecto envolveu os investigadores José Grácio e Ricardo Beja, do Centro de Tecnologia Mecânica e Automação (TEMA), assim como vários alunos do curso de Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica da UA. Deste modo, foi possível aplicar alguns dos novos conceitos desenvolvidos pelo TEMA na optimização de estruturas, bem como testar tecnologias avançadas de produção, mas também foi dada aos alunos do Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade de Aveiro, oportunidade para expressar, num projecto real, os seus conhecimentos, e contribuir, com as suas ideias, para melhoramentos significativos, sobretudo ao nível da autonomia e ergonomia.

O trabalho desenvolvido traduziu-se, inicialmente, na apresentação de um novo design da moto, com utilização de novos materiais, contemplando, simultaneamente, as questões do foro mecânico. A produção dos novos componentes foi realizada com recurso a técnicas avançadas de CAD/CAM/CAE. Os órgãos da moto foram submetidos a situações extremas de temperatura e carga, de modo a testar, respectivamente, os sistemas de arrefecimento e amortecimento desenvolvidos. A moto passou finalmente por uma fase de optimização, permitindo agora os testes em terreno.


Fonte: Ciência Hoje

Assim vai o UAE Desert Challenge 2007

O penúltimo dia do Rally Desert Challenge reservou uma mistura de terrenos para os competidores que participam da 5ª e última etapa do Campeonato Mundial de Rali Cross Country. Dunas de todos tamanhos, areia fofa e trechos rápidos no meio do deserto marcaram o troço cronometrado de 339 km com partida e chegada na cidade de Moreeb. O brasileiro Paulo Nobre, fez o setimo melhor tempo nesta etapa a bordo de um BMW X3 e tendo como navegador o português Filipe Palmeiro.

“Hoje tivemos dunas bem complicadas, areia fofa, dunetes e pista rápida na areia, o que foi um dia bom para os buggys. Para nós em especial o dia também foi bom. Andamos bem durante toda a especial, não atolamos nenhuma vez e também não passei mal. Como não dá mais para pensar em resultado nesse rali, estamos nos preparando para o Dakar do ano que vem. E estamos indo bem, já que pelo segundo dia consecutivo não atolamos nas dunas, isso é muito bom”, disse Palmeirinha.

O ponto alto do dia para o brasileiro porém, não foi durante o período de competição. Já no parque de apoio no final da especial, Nobre teve a missão de levar o seu companheiro de equipe, o francês Guerlain Chicherit para o alto de uma duna de 400 metros, para uma filmalgem para a tv francesa. “O Chicherit é campeão mundial de ski em descida de montanha e a tv francesa queria que ele descesse essa duna gigante de ski. Eu fui o encarregado de levá-lo pra o topo da duna e no meio do caminho ele virou para mim e disse “se vc errar agora, nós vamos rolar uns 300 metros duna abaixo”. Acho que ele estava com medo, mas mostrei para ele como é que se sobe uma duna. O mais legal foi na hora de descer, ele de ski e eu com meu carro bem ao seu lado. Foi bem legal”, contou Nobre.

A vitória no dia de hoje voltou a ser do piloto do Qatar, Nasser Al Attiyah, com um BMW, que agora ocupa a 3ª posição na classificação geral da prova, liderada pelo francês Stephane Peterhansel, da Mitsubishi. Sexta-feira será o último dia de comeptição, com uma especial a ligar as cidades de Moreeb e Dubai.


Resultado da 4ª etapa:
1º Nasser Al Attiyah/Tina Toerner (BMW), 3h48min50s
2º Stephane Peterhansel/Jean Paul Cottret (Mitsubsihi), a 8min07s
3º Giniel de Villiers/ Dirk von Zitzewitz (Volkswagen), a 15min51s
4º Carlos Sainz/Michel Perin (Volkswagen), a 19min48s
5º Jose Luis Monterde/Jean Marie Lurquin (Schlesser), a 31min59s
6º Leonid Novitskiy/Oleg Tyupenkin (Mitsubishi), a 46min10s
7º Paulo Nobre/Filipe Palmeiro (BMW), a 47min15s
8º Ahmed Bin Sugat/Abdulhaleen Zayed (Chevrolet), a 53min18s
9º Balazs Szalai/Laszlo Bunkoczi (Opel), a 54min17s
10º Yeha Alheli/Khalid Alkhendi (Liberty), a 58min07s

Classificação da prova
1º Stephane Peterhansel/Jean Paul Cottret (Mitsubishi), 14h45min14s
2º Carlos Sainz/Michel Perin (Volkswagen), a 9min45s
3º Nasser Al Attiyah/Tina Toerner (BMW), a 12min59s
4º Giniel de Villiers/Dirk Von Zitzewitz (Volkswagen), a 31min11s
5º Yeha Alheli/Khalid Alkhendi (Liberty), a 2h55min23s
6º Jose Luis Monterde/Jean Marie Lirquin (Schlesser), a 3h05min54s
7º Leonid Novitskiy/Oleg Tyupenkin (Mitsubishi), a 3h31min35s
8º Nicolas Gibon/Bruno Cattarelli (Toyota), a 4h12min41s
9º Jun Mitsuhashi/Akira Miura (Toyota), a 4h22min10s
10º Balazs Szalai/ Laszlo Bunkoczi (Opel), a 4h25min37s
12º Paulo Nobre/Filipe Palmeiro (BMW), a 9h57min18s


Adaptado daqui

Ontem Faria era oitavo

Rali Dubai: Ruben Faria cai um lugar para a oitava posição

O «motard» português Ruben Faria (KTM) desceu hoje uma posição, para oitavo, na classificação do Rali do Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, depois de ter terminado em oitavo a terceira etapa.

Um erro de navegação e uma ligeira queda fizeram o recente vencedor do Rali de Marrocos perder muito tempo na primeira parte cronometrada da etapa. Após o reabastecimento, o luso recuperou o ritmo, a tempo de ultrapassar cinco adversários até ao oitavo posto.

«É um rali muito mais duro do que esperávamos. Hoje o meu problema foi ter cometido um erro de navegação na primeira parte da prova, que me levou a perder muito tempo. Além disso, tive uma pequena queda, sem importância para mim a não ser ter ficado bastante arreliado», disse, no final.

Após o reabastecimento, tudo correu melhor ao algarvio: «Como senti que a moto estava um pouco melhor, andei mais rápido e comecei a apanhar os pilotos que me tinham passado quando tive problemas. Continuo num ritmo rápido, mas os pilotos oficiais estão num ritmo diabólico. Não posso cometer erros, que são fatais na perda de tempo, e, por consequência, de posições na classificação».

Ruben Faria considera que «esta prova está a ser um excelente teste para preparar a moto para o Dakar e, por isso, a oportunidade está a ser aproveitada o melhor possível»

«Chegar ao fim, ter a moto bem estudada e melhorar substancialmente na navegação» são os principais objectivos do piloto da Lagos Team no Rali do Dubai.

Marc Coma (KTM) venceu a etapa com 3:58.41 horas, 15.16 minutos mais rápido que Ruben Faria. Na geral, o espanhol comanda com 11:51.02 horas, enquanto o português segue em oitavo a 47.33 minutos.


Fonte: DD