22 novembro 2007

Tiago Monteiro no Lisboa-Dakar?

É a noticia do dia via AutoSport:
Factos! Tiago Monteiro está inscrito no Lisboa-Dakar pela equipa Buggy Desert Cup, que coloca a correr os Buggy SMG. Contudo, se o actual piloto vai ou não participar na maratona africana é um caso que se verá lá mais para a frente uma vez que, apesar de estar a ser pressionado nesse sentido pelos patrocinadores, Monteiro está hesitante.
Como se sabe, há uns meses atrás Tiago Monteiro esteve em Marrocos na companhia do seu grande amigo Yvan Muller tendo testado o Buggy SMG de Phillipe Gache. Gostou da experiência, mas quando se fala duma prova como o Dakar, as decisões não se podem tomar de ânimo leve pois é uma prova muito complicada para um estreante, o que neste caso ganha ainda mais ênfase porque o Buggy…só tem lugar para o piloto.

Estrear-se no Dakar sem experiência, sem testes intensivos, sem navegador, pode ser demasiado, mesmo para um piloto da categoria do português, que desde Fórmula 1 a carros de ralis já guiou um pouco de tudo.

Os seus patrocinadores pressionam-no no sentido de aceitar o desafio, mas Monteiro está muito reticente, e tem mesmo um estatuto especial com a sua inscrição que existe, mas está sob um regime especial que lhe permite ficar “pendente” até perto do início da prova, pois se as negociações que Monteiro mantém para prosseguir a sua carreira nas pistas chegarem a bom porto, é praticamente certo que adiará a experiência, pois como Monteiro já referiu: «Se não for este ano será num futuro próximo.».
A única certeza é que dentro de algum tempo veremos Tiago Monteiro a evoluir na prova africana, resta saber se será dentro de um mês e meio ou bem mais…


O meu comentário:
A loucura em Portugal em torno do Dakar parece não ter limites. Só assim se explica a pressão que os patrocinadores parecem estar a exercer sobre o piloto do Porto para embarcar na estupidez de se estrear, a “sangue frio”, num Dakar a solo. Por muito que nós público gostássemos de ver Monteiro à partida do Lisboa-Dakar, tal não deve suceder para já. Monteiro tem qualidades e não deve ceder a pressões patéticas. Até pode vir a revelar-se um grande piloto fora das pistas, mas tudo tem o seu tempo.

Ricardo Leal dos Santos com o novo Pajero a gasolina em Marrocos

Após os excelentes resultados obtidos ao volante do Mitsubishi Pajero DiD, Ricardo Leal dos Santos decidiu elevar ainda mais a fasquia do desafio solo e para o Lisboa-Dakar 2008, vai usar um Pajero 3.5 V6 a gasolina.

Decidido a evoluir rapidamente, Ricardo Leal dos Santos encara o desafio de competir com um carro a gasolina como parte dessa mesma evolução, usando um modelo que se destaca, sobretudo, pela sua robustez, embora não deixe de exibir grande competitividade. O motor de 3.5 litros debita 260 CV e 353 Nm de binário, valores interessantes para um veículo cujo peso não excede as duas toneladas. O motor está acoplado a uma caixa sequencial de seis velocidades e a transmissão é composta por três diferenciais que podem receber unidades autoblocantes.


Fonte: iol

Miguel Barbosa piloto oficial BMW no Dakar

O «novo» Campeão Nacional de Todo-o-terreno, Miguel Barbosa vai participar no próximo Lisboa-Dakar aos comandos do X5 da equipa oficial X-Raid.

Após avaliadas todas as possibilidades, a decisão do piloto da Vodafone Liberty Seguros Team acabou por recair no convite efectuado por Sven Quant, para regressar à marca que já o fez Campeão em 2005. Com objectivos bem definidos em termos futuros, a Baja Portalegre foi para Barbosa/Ramalho um verdadeiro teste ao X5, depois de um primeiro contacto realizado em Marrocos. As diferenças entre o BMW utilizado em 2005 e a versão que agora lhes chega às mãos são abismais pelo que há, ainda, um longo processo de desenvolvimento e habituação à nova máquina.

Os primeiros contactos com a sua nova máquina, revelaram-se uma agradável surpresa: "É um carro com um potencial extraordinário em todos os aspectos. Fiquei muito bem impressionado e cheio de vontade de começar a adaptar-me ao X5. Estou muito confiante, não só no que se refere ao carro mas, também, a toda a estrutura que até ao momento se tem revelado muito profissional".

Desta forma, a Baja Portalegre foi o ponto de viragem para o recém coroado Campeão Nacional: "É um novo ciclo que agora começa. É um passo em frente na minha carreira. Considero que foi a escolha acertada. Agora há que começar a trabalhar para conseguirmos alcançar um bom resultado no Dakar. É nisso que estou focado", concluiu Miguel Barbosa.


Fonte: iol

Hélder Rodrigues em recuperação para o Dakar

O “motard” português Hélder Rodrigues garantiu hoje que está a preparar o Lisboa-Dakar 2008, apesar de ainda se encontrar a recuperar de uma violenta queda sofrida há três meses.

“Estou bem, neste momento já estou a treinar e já estou a tentar recuperar a minha forma. Tenho uma situação que ainda faço fisioterapia, que vou continuar até à corrida, mas de resto já está tudo a recuperar bastante bem”, garantiu o piloto, o português com melhor classificação de sempre no Dakar em motos, com o quinto lugar de 2007.

Hélder Rodrigues, que representa a Lagos Team, adiantou que, além de treinar de moto, faz ginásio e fisioterapia para preparar a participação na prova.

“Neste momento, a minha limitação é que não consigo correr. De resto faço tudo: ando de bicicleta, faço ginásio, com bastante calma, praticamente o meu ginásio é fisioterapia, que faço todos os dias, e ando de moto todos os dias”, explicou o piloto.

“Não penso no acidente. A análise ao acidente foi um processo que eu não fiz e nunca me preocupei em fazer. Achei sempre que o acidente tinha sido uma falha minha, que não pode voltar a acontecer, e depois preocupei-me em recuperar e treinar para que isso nunca mais aconteça”, disse Rodrigues.

O piloto do Lagos Team confessou ter pensado que o Dakar estava posto em causa: "Passado um mês eu ainda estava no hospital e é claro que se pensava que nunca ia fazer o Dakar 2008”.

Rodrigues acrescentou que teve “uma lesão no pé esquerdo”, que fracturou, e “naquela altura não foi colocado gesso porque tinha de andar todos os dias, devido ao problema dos pulmões”.

“Isso ficou até hoje, a lesão agravou-se, não é nada muito grave, mas incomoda. Ao fim de mais de um mês ainda estava em casa, não me podia mexer e foi complicado. Mas depois a recuperação foi rápida, comecei logo a fazer fisioterapia e natação e ao fim de pouco tempo comecei a andar de moto e recuperei muito rápido”, explicou.

Apesar da gravidade das lesões e da longa recuperação, Hélder Rodrigues mantém os objectivos para a edição 2008 da mítica prova de todo-o-terreno.

“Os objectivos são os mesmos, que é melhorar o resultado do ano passado. Tenho de trabalhar muito mais, e sei que o acidente me limitou muito, como é óbvio, porque o acidente foi há três meses e ainda não estou em forma”, admitiu.

Rodrigues disse saber que não vai ficar em forma, mas pode “aplicar outra técnica”: “Tenho de aplicar a minha técnica de condução e trabalhar mais neste tempo, para tentar fazer o meu melhor”.

“Neste momento não penso que vou fazer quinto ou sexto, o meu objectivo é o que sempre foi desde o início do ano, que é tentar melhorar o meu resultado do ano passado e, se possível, entrar no pódio. Vou trabalhar só para isso e mais nada. Depois, na corrida, logo se vê, mas o objectivo vai ser o mesmo”, afirmou.

...E Carlos Sousa ambiciona lugar no pódio
Carlos Sousa, piloto português que terminou no sétimo lugar das últimas três edições da prova rainha do todo-o-terreno, disse ter condições subir ao pódio na edição deste ano do Dakar.

Carlos Sousa considera que tem capacidade para ficar entre os três primeiros classificados, embora reconheça que não será fácil.

O piloto da Lagos Team, que estará ao volante de um Volkswagen Touarec, refere que a prova deste ano “tem mais deserto e vai ser discutida até ao último dia”.

Carlos Sousa manifestou também o seu contentamento pelo anúncio feito por João Lagos. Responsável da sua equipa e da organização do Lisboa-Dakar, pela edição do próximo ano voltar a sair da capital portuguesa.


Fonte: barlavento on-line e infordesporto

21 novembro 2007

Todas as novidades sobre o Lisboa-Dakar 2008

Lisboa vai ser local de partida também em 2009.
O anúncio foi feito, esta quarta-feira, pela Lagos Sport, parceiro português da ASO, entidade responsável pela organização da prova, na conferência de imprensa de apresentação da edição de 2008 do Lisboa-Dakar.

Com as três edições inicialmente contratualizadas a chegar ao fim, a Lagos Sport garantiu, desta forma, mais uma partida da capital portuguesa, que, só na última edição, garantiu, segundo números da ASO, um retorno de cerca de 16 milhões de euros a Lisboa.

Tal como aconteceu em anos anteriores, a Lagos Sport volta a contar, em 2009, com o apoio do Governo.

Entretanto, para a edição já de 2008, a organização anunciou uma outra novidade: o trajecto da primeira etapa, que ligará a capital portuguesa à cidade algarvia de Portimão, será totalmente novo.

Segundo foi anunciado no Centro Cultural de Belém, a etapa inaugural do próximo Lisboa-Dakar vai decorrer em terrenos do campo de tiro de Alcochete e da Companhia de Lezírias, num traçado que nada tem a ver com o da edição de 2007.

Quanto à segunda etapa e última a ser disputada em solo português, voltará a ter lugar no Algarve, em redor de Portimão.


Podem conhecer aqui, via you tube, uma primeira aproximação ao mapa da edição 2008 do Lisboa-Dakar



O Rali Lisboa-Dakar de 2008 vai passar por cinco países: além de Portugal, a maior prova todo-o-terreno do Mundo vai desfilar por Espanha, Marrocos, Mauritânia e Senegal. No total, cerca de seis mil quilómetros e 600 veículos.
A prova, a 30.ª do seu historial, foi apresentada esta quarta-feira em Belém. O Rali Lisboa-Dakar começa no dia 5 de Janeiro e termina 15 dias depois, no dia 20.

No total serão 15 etapas, das quais 5.736 quilómetros cronometados (no entanto serão percorridos 9.273 km). O dia de descanso está agendado para o dia 13, em Nuakchott, capital da Mauritânia.

Uma das novidades é a chegada ser na capital senegalesa, na rota entre Saint Louis e Dakar, percurso que não era percorrido desde 1999.
Até ao momento há 245 motos, 20 quads, 205 carros e 100 camiões inscritos. Pode consultar a lista de inscritos aqui
.

As verificações administrativas, técnicas e documentais decorrerão entre os dias 2 e 4 de Janeiro, como habitualmente no Centro Cultural de Belém, tal como podem confirmar pelo quadro infra.



Primeira etapa será em Samora Correia

O jornal O Mirante adianta ainda o seguinte quanto à primeira etapa:

A primeira etapa do Rali Lisboa Dakar 2008, a realizar no dia 5 de Janeiro de 2008 vai ter duas classificativas especiais na freguesia de Samora Correia (Benavente) e haverá zonas de espectáculo em Braço de Prata, Arneiro Pereiro, Catapereiro e no Campo de Tiro de Alcochete.

A confirmação foi avançada pelo presidente da Câmara Municipal de Benavente que anunciou um investimento máximo de 30 mil euros por parte do município para garantir a passagem do maior rali do mundo pelo seu concelho.

Em Samora Correia, os pilotos das motos, carros, jipes e camiões vão percorrer cerca de 50 quilómetros em terra batida num ambiente de charneca onde abunda o montado de sobro. A Câmara de Benavente já está a contratar as máquinas que irão reparar os caminhos na propriedade da Companhia das Lezírias e do Ministério da Defesa em função das exigências da organização.


Para os menos familiarizados com o linguajar da prova aqui fica também um útil léxico:

Etapa - A prova consiste em ligar duas cidades. Compreende uma especial e um ou dois trajectos de ligação, dependendo dos dias.

Especial - Igualmente chamada de sector cronometrado. É uma parte da etapa, efectuada ou não com pistas definidas, na qual os concorrentes são cronometrados entre dois locais. O tempo efectuado neste percurso serve para estabelecer a classificação.

Ligação - É a parte da prova, geralmente percorrida em estrada, usada ou para ligar o início da etapa ao início da especial, ou o fim desta até ao acampamento. Não é cronometrada, mas existe um tempo limite imposto aos concorrentes para a percorrem.

Bivouac - Ponto de encontro dos concorrentes ou da assistência, da organização, da imprensa, etc. Está sempre localizado num aeroporto, mesmo que improvisado.

A navegação - Contrariamente ao WRC, onde os itinerários estão sinalizados ou balizados, a modalidade do rali-raid obriga os concorrentes a orientarem-se para encontrar os diferentes CPs e CHs. Os pilotos recebem um road-book, que lhes é entregue à chegada no dia anterior, em cada bivouac.

Road-book - É o documento que contém as indicações de direcção, percurso a ser seguido, perigos a evitar e distâncias a percorrer. Os concorrentes podem “reajustar” o road-book graças ao trip master.

GPS - Reduzido à função de bússola, pode ser desbloqueado (com penalização), isto é, revelar informações adicionais de orientação, caso um concorrente esteja perdido. Serve igualmente como “informador” sobre a velocidade dos concorrentes nas etapas.

Iritrack - Sistema de transmissão de dados via satélite, um equipamento obrigatório em todos os veículos. Permite ao concorrente comunicar com a direcção de prova em caso de perigo e à organização saber a posição exacta dos concorrentes em tempo real.

Controlo de Passagem (CP) - São pontos de passagem obrigatória para os concorrentes, estando dispostos ao longo da especial. Aqui os pilotos confirmam ter estado no local através de um carimbo no seu cartão de controlo.

Controlos horários (CH) - Estão colocados nas partidas e nas chegadas das ligações e especiais.

Classificações

Scratch - É a classificação estabelecida a partir do tempo bruto realizado por cada concorrente na especial

Etapa - É a classificação estabelecida após o cálculo das eventuais penalizações decididas pelos comissários de prova, de acordo com o regulamento

Geral - É a classificação estabelecida após a soma dos tempos de cada etapa disputada

Partidas - Todos os dias, as motos, depois os automóveis e por fim os camiões partem pela ordem da classificação Scratch do dia anterior. Mas esta regra tem algumas excepções.


Fonte: DD, AutoHoje e sitio oficial

Robby Gordon na Baja 1000 2007

20 novembro 2007

Recordando a passagem do Rali em 2007 por Portugal…

…na esperança que na edição de 2008 o público compreenda o seu papel na prova e assegure a visita do mítico Dakar por muitos e bons anos no nosso país. Ou por outras palavras, por amor a Deus (já que parece que alguns não têm amor próprio) portem-se bem, porra; não se ponham à frente dos veículos nem sequer em locais onde eles possam ir ter convosco em caso despiste. O Dakar é uma prova desportiva não é um passeio TT!

Erro lamentável ou ignorância?

Acabei de enviar a seguinte mensagem por correio electronico para a redacção do infordesporto.pt:

Como é possível que nesta (link) noticia do popular infordesporto.pt se leia que Colin McRae irá estar à partida do próximo Lisboa-Dakar se o mítico piloto escocês encontrou a morte recentemente aos comandos do seu helicóptero como se pode ler por exemplo aqui (link)?
Por certo, todos os vossos leitores merecem um pedido de desculpas e rápida correcção do erro.

Com os melhores cumprimentos

Novo recorde de equipas portuguesas

Portugal irá bater um novo recorde de pilotos lusos que se vão apresentar na partida da 30ª edição do Lisboa-Dakar, depois das 27 equipas de 2006 e das 30 de 2007. A lista definitiva será revelada brevemente pela Amaury Sport Organization.

A maior diferença para os anos anteriores verifica-se nas motos, onde os motards do Lagos Team, Hélder Rodrigues e Ruben Faria, encabeçam uma lista de 13 confirmados (mais quatro que em 2007).

No sector automóvel, a representação lusa conta com mais uma dupla para um total de 17 equipas. Francisco Pita, presidente da Federação Portuguesa de Jetski, era o nome que faltava confirmar na equipa da Padock Competições, que conta nada mais nada menos com seis carros, com principal destaque para Adélio Machado.

Carlos Sousa, Miguel Barbosa, Pedro Grancha, Paulo Marques (o recordista de presenças), Ricardo Leal dos Santos e os irmãos Nuno e Francisco Inocêncio voltam a marcar presença em mais uma edição da prova.

Nos quads, João Nazaré volta a participar, e Alexandre Oliveira vai fazer a sua estreia na competição.

A única representante nos camiões volta a ser a piloto Elisabete Jacinto.

Por confirmar está a estreia de Tiago Monteiro, ao volante do buggy monolugar do Team SMG de Philippe Gache, que ainda está dependente de um possível regresso ao Mundial de F1 na próxima temporada.

A partida de Lisboa, em frente ao Mosteiro dos Jerónimos, será no próximo dia 5 de Janeiro, e contará com um total de 242 motos, 23 quads, 211 automóveis e 100 camiões que totalizam 516 equipas, menos 9 equipas que na última edição.

Os portugueses:

Motos (13)

Hélder Rodrigues
Ruben Faria
Pedro Bianchi Prata
Paulo Gonçalves
Pedro Oliveira
Fernando Ferreira
Nuno Mateus
Ricardo Pina
João Rolo
Nuno Santos
Paulo Cardoso
Luís Ferreira
João Rosa

Quads (2)

João Nazaré
Alexandre Oliveira

Auto (17)

Carlos Sousa
Miguel Barbosa
Pedro Grancha
Francisco Inocêncio
Nuno Inocêncio
António Baião
Helder Oliveira
Adélio Machado
Céu Pires de Lima
Luís Pimentel
Nuno Pereira
Francisco Pita
Ricardo Leal dos Santos
Paulo Marques
Lino Carapeta
Rodrigo Amaral
José Pereira

Camião (1)

Elisabete Jacinto


Fonte: infordesporto.pt

13 novembro 2007

Verdade ou consequência?

Lisboa - Dakar 2008 inicia com uma etapa às portas de Lisboa. Consta-se que a primeira etapa do Rally, dia 5 de Janeiro, será no Campo de Tiro de Alcochete. A segunda etapa volta à zona de Monchique Portimão.

Baja 1000: Robby Gordon busca nova vitória

Robby Gordon returns to Ensenada, Mexico with one thing on his mind - looking to repeat the performance from last year's Baja 1000. 2006 marked Gordon's third Baja 1000 victory of his prestigious off road career.

Gordon once again will dismiss the logistical challenges of racing multiple races in various locations. After the completion of the NASCAR Nextel Cup race in Phoenix on Sunday and before heading to Homestead, Miami for NASCAR's season finale, Gordon and crew will head to Ensenada for Tuesday's running of the 40th Baja 1000, a 1296 mile event through the rugged terrain of Mexico.

On Tuesday morning, Robby Gordon and co-driver Gregg Till will start from fourth place in the Monster Energy / Toyo Tires Trophy Truck in Ensenada. As the course progresses through the Mexico, Gordon will turn the truck over to Dale Ebberts in Catavina - about 400 miles into the race. Ebberts will race his way to San Ignatio, which is about 695 miles into the race. At this point, Gordon will return the helm of the Monster Energy / Toyo Tires trophy truck and continue to the finish line in Cabo San Lucas.

Every year the competition in Baja gets tougher and teams look for every advantage they can get. This year Gordon's NASCAR Nextel Cup team is kicking in with almost the entire road team attending. The over the wall crew will be adding a new activity to their resumes - changing tires on the trophy truck at various locations on the course. "We're starting fourth, and I'm hoping to pass some guys in the pits and get an early lead," explained Gordon on his decision to utilize his NASCAR NEXTEL Cup crew.



The almost 1300 mile race will take the better part of 20 hours to complete. This year Jim Beam has teamed up with Robby Gordon Off-Road to provide live updates via Twitter. Twitter is a mobile micro blogging service that will allow the team to text message updates from satellite phone. Fans can sign up and have the updates sent directly to their mobile phones for free (please note that standard service plan charges still apply).

The vast terrain in Baja makes it difficult to get video footage of the race. This year Robby Gordon Motorsports is enlisting the help of fans and chasers on the course by sponsoring a video contest. The prize pack will include a set of Robby Gordon Off-Road Wheels, a set of Toyo Open Country Tires, an autographed Jim Beam die-cast, seven cases of Monster Energy and some exclusive Monster Energy apparel. For more informations visit robbygordon.com.


Fonte

Francisco Pita já veste as cores da Padock

A Padock Competições anuncia a chegada do sexto piloto que vai ocupar a vaga do sexto carro para o Lisboa Dakar. Francisco Pita e Humberto Gonçalves, piloto e cô-piloto, respectivamente são as mais recentes "afirmações" da estrutura da Padock. A seriedade e o profissionalismo com que os seus responsáveis encaram a competição têm atraído as atenções de inúmeros interessados em fazer parte da "família" de uma estrutura jovem e solidificada com os excelentes resultados alcançados ao longo deste ano de actividade, fortalecida com a excelente relação com a Toyota France.

Depois de grandes nomes da modalidade se associarem à Padock Competições, vêem agora juntar-se mais um "Homem" do desporto motorizado nacional. Francisco Pita vai, pela primeira vez disputar a mítica prova africana, que dá pelo nome de Dakar. A seu lado, o homem forte do Jetski nacional levará o "amigo" Humberto Gonçalves (Beto), conduzindo um dos seis Toyota Land Cruiser do agrupamento T2 da Padock Competições.

O piloto de Sintra teve a oportunidade de conhecer a estrutura sedeada em Famalicão, ficando com excelentes impressões: "Muito impressionado! com o excelente profissionalismo com que encaram a competição e como recebem as pessoas. Pela primeira impressão, este foi o primeiro de muitos futuros contactos. Primeiro será o Dakar, uma novidade para mim, um desafio, uma aventura. O elevado grau de profissionalismo dos responsáveis da Padock, a minha força de vontade e com a colaboração da Toyota France, será possível atingir a meta no Lago Rasa em Dakar", começou por dizer de forma lisonjeira, Francisco Pita.

O reconhecido director desportivo irá ter um primeiro contacto ao volante do carro da marca nipónica no decorrer das 24 horas de Fronteira, ocupando um dos lugares num dos quatro Toyota que a Padock levará até Portalegre: "Será importante ter um primeiro contacto com o carro, mesmo não sendo o que irei guiar no Dakar. Ganhar entrosamento com a equipa e ganhar ritmo competitivo, já lá vão mais de 25 anos sem competir ao volante de um carro de ralis ou todo terreno", concluiu esperançado num bom regresso ao "circo" dos pilotos, Francisco Pita.

Cinquenta dias separam a partida de Lisboa para mais uma grande maratona africana, com a Padock Competições e a Toyota France a preencherem todas as vagas disponíveis na estrutura conjunta luso-francesa. Céu Pires de Lima, Adélio Machado, Helder Oliveira/Francisco Esperto, Luís Pimentel, Nuno Pereira e agora, Francisco Pita/Humberto Gomes (Beto), são mensageiros das cores de Portugal até Dakar.


Fonte

09 novembro 2007

Paulo Gonçalves foi 2º na última etapa do Rali Shamrock

Paulo Gonçalves terminou a sua participação do Rali Shamrock com um 2º lugar, resultado obtido na etapa final com 190 km de especial cronometrada, que hoje teve lugar no Sul de Marrocos.

O piloto da Repsol Honda partiu para esta etapa com vontade de vencer pela terceira vez neste rali e de tentar ascender ao lugar mais baixo do pódio na classificação geral. A partida foi diferente do habitual, juntando 14 pilotos em simultâneo que arrancavam em direcção às dunas. Paulo Gonçalves saiu no primeiro grupo e juntamente com o líder da classificação, o francês David Fretigne, cedo se isolou no comando da corrida.

«A partida foi gira, com muitas motos a rodarem ao mesmo tempo. Depois eu e o David Fretigne andámos sozinhos durante toda a etapa. Perto do final ele optou por um caminho e eu por outro, mas ele fez a melhor opção e ganhou-me com cerca de um minuto e meio de diferença. Fui 2º o que é um bom resultado para terminar a prova. Só tenho pena de não ter conseguido garantir o lugar mais baixo do pódio na classificação geral. Ao longo do rali recuperei mais de duas horas, que havia perdido na segunda etapa, mas faltaram-me escassos cinco minutos para subir ao pódio», declarou o piloto de Esposende.

Mas o balanço desta participação é altamente positivo. Os principais objectivos de Paulo Gonçalves e da sua equipa foram atingidos: «O mais importante era treinar a navegação e desenvolver a Honda CRF 450. Isso foi conseguido em pleno. Aprendi muito de navegação no deserto, principalmente com o erro que cometi na segunda etapa. A partir daí mudei de atitude e tudo passou a correr muito melhor. Venci duas etapas e fui sempre um dos mais rápidos em prova».

“Speedy” está assim muito confiante para a sua terceira participação no Lisboa-Dakar. No próximo mês de Janeiro o piloto da Repsol Honda pretende ser um dos melhores na grande aventura africana: «Estou muito confiante para o Lisboa-Dakar. Os meus objectivos são credíveis e correndo tudo bem sei que posso estar entre os melhores. A minha intenção é vencer a classe 450 e terminar entre os dez primeiros da geral. Estou preparado para o desafio. Gostaria ainda de agradecer à minha equipa, a Repsol Honda, à Cidade de Esposende, que este ano aposta muito em mim, e aos restantes patrocinadores, CrossPro, Hebo, RaceTech, Galfer e Laco Sport. E claro à Moto Garrano e ao meu mecânico Filipe, pelo excelente trabalho feito», concluiu Paulo Gonçalves.

Segue-se o regresso a Portugal e a continuação da preparação para o Lisboa-Dakar, nomeadamente ao nível físico e de treino em moto.

08 novembro 2007

Mais uma vitória de Paulo Gonçalves em Marrocos

Paulo Gonçalves venceu hoje de forma categórica a quinta etapa do Rali Shamrock. O piloto da Repsol Honda conquistou assim o segundo triunfo na prova que tem lugar no Sul de Marrocos e que terminará amanhã em Laayoune.

A preparação de Paulo Gonçalves para o próximo Lisboa-Dakar continua a correr muito bem. Foi mais um dia perfeito em que o piloto de Esposende se destacou dos seus adversários, tanto no andamento como na navegação. “Speedy” venceu a penúltima etapa com 16 minutos de vantagem sobre o francês David Fretigne e 18 minutos sobre o holandês Henk Knuiman.

«Mais uma vez demorei pouco a chegar à frente da corrida. Por volta do km 20 já estava em 1º e a partir dai andei sempre sozinho. Foram mais de 350 km de navegação com muitas viragens. O percurso era complicado porque não havia pistas, mas viam-se por todos os lados e em todas as direcções rodados de pneus. É preciso manter a calma e a concentração para não cometer erros e eu consegui isso. Isto deixa-me muito confiante para o Lisboa-Dakar», afirmou o piloto da Hebo.

Recorde-se que Paulo Gonçalves perdeu mais de duas horas na segunda etapa, comprometendo assim a luta pela vitória na classificação geral do Rali Shamrock. No entanto venceu depois a terceira etapa, foi 3º na quarta e hoje voltou a triunfar. Desta forma o piloto do Team Repsol Honda tem recuperado várias posições. Ontem já era 4º e hoje deverá ascender ao 3º lugar da geral.

«Estou muito satisfeito com a minha prestação neste Rali Shamrock, principalmente pelo que tenho aprendido ao nível da navegação. Por outro lado a Honda CRF 450 tem estado sempre impecável e os testes que temos feito são muito positivos. Conseguir vencer duas etapas também é muito bom e é um prémio que a Repsol Honda e os meus patrocinadores merecem».

Amanhã realiza-se a sexta e última etapa. Para a despedida os pilotos voltam às dunas, cumprindo uma especial cronometrada de 190 km. Paulo Gonçalves espera fechar com chave de ouro esta sua primeira participação no Rali Shamrock e depois continuará o trabalho de preparação para o Lisboa-Dakar.

07 novembro 2007

Mais um dia forte de Paulo Gonçalves com o 3º lugar na etapa

Paulo Gonçalves teve mais um dia forte no Rali Shamrock (Marrocos). A quarta etapa foi curta, mas dura, exigindo muito das motos e dos pilotos. O piloto da Repsol Honda disputou a vitória até ao fim, terminando o dia em 3º, a pouca distância do vencedor, o francês David Fretigne.

O piloto CrossPro foi o primeiro a sair para o percurso, por ter sido o vencedor da etapa de ontem: «Hoje fiz a primeira volta sempre sozinho num percurso que era todo em dunas e que exigia pura navegação. Foi muito bom porque nunca me perdi. Já aprendi mais nesta prova de navegação e utilização do “road-boak” do que em duas edições do Dakar», afirmou Paulo Gonçalves.

Na segunda volta ao percurso de 99 km “Speedy” Gonçalves aumentou o ritmo e já próximo do final, rodando em conjunto com David Fretigne, sofreu um “atascanso” que lhe custou algum tempo: «Quase no fim fiquei preso numa duna e ainda demorei uns minutos a conseguir sair. De qualquer forma terminei a etapa em 3º e aguardo os resultados finais para ver se subi ao 4º lugar da classificação geral. Amanhã voltamos ao piso duro e vou tentar mais uma vitória. A Honda CRF 450 continua em grande forma, tal como todo o equipamento que nela está montado».

A quinta etapa será uma das mais longas, com 374 km de especial cronometrada. Paulo Gonçalves vai ainda tentar recuperar algum do tempo perdido na segunda etapa, de forma a lutar pelo pódio final desta 10ª edição do Rali Shamrock. O piloto de Esposende continua assim em grande forma na preparação para o próximo Lisboa-Dakar, onde pretende obter o melhor resultado de sempre.